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  •   Para quem quer seguir carreira pública, veja os concursos públicos com inscrições abertas. As oportunidades profissionais estão espalhadas por todas as regiões do país.
       Aeronáutica - Um total de 84 oportunidades estão disponíveis, entre as quais 80 são para médicos e quatro, para capelães. As vagas para médicos incluem especialidades como anestesiologia, cancerologia, cirurgia geral, neurologia, oftalmologia, reumatologia e urologia, entre outras.   (continua)

  •    Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa. Mau momento para lembrar o seu principal defeito: a profunda e total incompreensão da natureza da cultura pop. Eu tinha desistido de escrever. Mas eis que a televisão de domingo o mostra numa entrevista, atacando, com volúpia e deboche, Michael Jackson e Madonna, além da réplica da estátua da Liberdade na Barra da Tijuca.   (continua)

  •     Custos de sistema anti-míssil podem explicar operação em Gaza.
       Na história sempre temos pretextos para ações militares, desde pretextos reais que são maximizados para mobilizar a população, como o assassinato do o arquiduque Francisco Fernando herdeiro do Império Austro-Húngaro em 28 de junho de 1914 que levou a primeira Guerra Mundial, como pretextos fabricados intencionalmente, como o incidente do Golfo de Tonkin, feitos intencionalmente pelo governo Norte-americano para justificar o começo da Guerra do Vietnam.   (continua)

  •    A grande maioria dos escritores encontra dificuldades para a publicação de seus livros. A primeira é financeira. As editoras têm um alto custo, muitas vezes, fora do alcance das possibilidades econômicas do escritor. Torna-se difícil conseguir patrocínio. Outra dificuldade é a venda dos livros. Os escritores do interior do Estado, afastados dos grandes centros, se deparam com barreiras instransponíveis.   (continua)

  •    Parece confirmado: Dunga é o novo (e antigo) técnico da Seleção Brasileira de futebol. Quem acompanha este esporte sabe das suas características e dos seus limites. Ele representa mais do mesmo, acrescido de muita rigidez e limitação tática. É triste ver aonde chegamos! Nosso futebol precisa de uma mudança de estrutura na raíz. Sem uma mudança na gestão política da CBF não chegaremos ao que já fomos. E fica cada vez mais distante o hexa e mais próximo o dia em que não iremos a uma Copa. As eliminatórias vem aí!   (continua)

  •    Non ducor, duco. “Não sou conduzido, conduzo”. O lema do brasão da cidade de São Paulo, criado em 1916 pelo prefeito Washington Luiz, que veio a assumir, depois, a presidência da República, expressa de modo adequado a importância do Estado mais poderoso da Federação no pleito eleitoral deste ano. Ancorando a hipótese, há uma densa lista de superlativos: cerca de 32 milhões de eleitores; as mais populosas classes sociais, com destaque para três contingentes de classe média ( A, B e C) e super-povoadas margens sociais;   (continua)

  •    Na famosa peça de Pirandello, os habitantes de uma pacata cidade no interior da Itália têm a sua atenção despertada por três sobreviventes de um terremoto. O problema é que o parentesco que une os três não fica muito claro aos olhos e ouvidos das pessoas. As versões expostas causam enorme alvoroço entre os moradores. Todos desejam saber qual é a verdade, mas como descobri-la, se as coisas se apresentam não como são, mas como parecem ser? Ao final, a busca da verdade se torna invasiva e cruel.   (continua)

  •    Nathalia Passarinho e Filipe Matoso Do G1, em Brasília

       Um dia após o encerramento do Mundial da Fifa, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (14) durante apresentação de balanço do evento que o Brasil derrotou a "previsão pessimista" e os prognósticos "terríveis" e conseguiu realizar “a Copa das Copas”. A presidente reuniu 17 ministros para fazer a apresentação à imprensa do balanço da Copa do Mundo. Participaram, entre outros, José Eduardo Cardozo (Justiça), Aldo Rebelo (Esporte), Paulo Bernardo (Comunicações), Thomas Traumann (Comunicação Social), Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) e Celso Amorim (Defesa).    (continua)

  •       Em 2012 fui apresentado a um Projeto muito interessante. Trata-se do "Livros Abertos", da minha amiga e Professora Eileen Flores, coordenadora. O Projeto compartilha livros, histórias e encantamento com crianças e jovens de Brasília, DF. Eles trabalham com a leitura dialógica, forma diferenciada de leitura compartilhada em que os participantes são constantemente encorajados a ter voz ativa: lá todos contam! Vale a pena conferir.   (continua)
         http://livrosabertosaquitodoscontam.blogspot.com/

     
  •    Da BBC Brasil

       A Copa do Mundo no Brasil chegou ao fim com um bom resultado. A Argentina foi um adversário mais difícil do que muitos imaginavam que iria ser para a Alemanha na final no Maracanã, e mostrou uma agressividade ofensiva que poucos previram. Poucos jogadores argentinos tiveram oportunidades perdidas para lamentar. Mas os alemães, sem dúvida, mereceram ser os primeiros europeus a vencer neste lado do Atlântico.   (continua)

  •    Sob o lema “ferro e sangue”, em 1871, Oto Von Bismarck chanceler da poderosa Prússia consolidou a nação alemã. Outrora um monte de cidades, condados, ducados, principados o sonho centenário de unir os povos de língua alemã em um único país tornou-se realidade. Brigando com a Áustria, da família Habsburgo, a Prússia levou a melhor e coroou Guilherme como primeiro imperador da Alemanha unificada. Enfim, uma nação, chegou a hora de trabalhar e enriquecer, já que, para eles, “a Alemanha está destinada a dominar o mundo”.   (continua)

  •    É pau, é pedra, é o fim do caminho da Civilização Tóis, aquela que os guerreiros do condado de Comary inventaram para dominar o planeta futebol e para todo o sempre ser invencível. Ela exigia de seus súditos o cumprimento em que a mão direita fazia o poste enquanto o antebraço esquerdo servia de travessão, formando o T da palavra mágica. “Pelos poderes de Tóis”, gritavam no meio das rodinhas antes das batalhas — e se julgavam mais motivados.   (continua)

  •   Hoje chega ao fim uma jornada de sete anos, iniciada quando o Brasil venceu a disputa para sediar a Copa de 2014. Foi uma viagem cheia de percalços, com altos e baixos, e um desfecho muito ruim para o futebol brasileiro. A seleção não chegou ao hexa, e assim não pôde exorcizar 1950 no mesmo Maracanã da derrota histórica de há 64 anos. E os sete gols sofridos na semifinal com a Alemanha ficarão como dolorosa marca nos cem anos de seleção brasileira.   (continua)


  •    Palavra é palavra!

  •    No dia da final da Copa das Confederações, há pouco mais de um ano, Carlos Alberto Parreira fez um dicurso motivacional antes do jogo e usou uma frase de efeito para os jogadores que dali a instantes enfrentariam a Espanha. “Existe uma hierarquia no futebol, e eles foram campeões do mundo sem enfrentar a seleção brasileira!”, bradou para a turma do #ÉTóisss. Ui, quanta valentia.   (continua)

  •    "Será mesmo que estamos prontos? Quando eu vejo o David Luis vir com aquele papo de "Queria dar uma alegria para o meu povo, tão sofrido... ". Dá para imaginar um jogador da Espanha ou de Portugal dizendo algo semelhante, tipo " Queria dar uma alegria para o meu povo tão sofrido com essa crise economica, esse desemprego de 25%..."? Os europeus de há muito sabem separar a situação do país, do futebol, um entretenimento. Haja saco pra ver o David Luis vir com esse discursinho patético..."  Fonte: Walter Decker via blog Luis Nassif Online

  •    Legendagem da cena clássica do filme Hitler. Ele fala sebre a copa do mundo e a eliminação do Brasil.

  •    "A CBF é um exemplo para o Brasil. É o Brasil que deu certo, que dá certo", Carlos Alberto Parreira, antes do Mundial.
       "Gostou, gostou. Se não gostou, vai para o inferno", Scolari, depois do jogo com o Chile.
       "Eu fiz aquilo que eu acho que é o mais correto e o melhor", Scolari, na coletiva após os 7 a 1.   (continua)

  •    O que vimos hoje no Mineirão tem explicação. Aliás, nada acontece mesmo por acaso. Foi uma vitória da competência sobre a malandragem. O que vimos hoje foi uma lição, uma aula de futebol que deve servir pra vida, para a sociedade, para o povo. Serve de exemplo para gerações de crianças que saberão que para vencer na vida tem que estudar, treinar, repetir e evoluir. Temos que acabar com a noção de que brasileiro é sempre melhor, especial, esperto, tem gingado como ninguém. A Pátria tem que ensinar aos seus filhos que futebol não é tudo, futebol é um jogo, um esporte que merece respeito mas que a sociedade é muito maior que isto.

  •    Que país é este que melhora quando tudo para, e a bola rola? Os crimes quase somem, só se pensa positivo, o trânsito flui, os homens choram mais que as mulheres, e o Brasil dá ao mundo uma lição de civilidade e bom humor, ao reverenciar craques de fora e confraternizar entre si e com estrangeiros. O povo se dedica a torcer e festejar, mesmo quando a Seleção decepciona. Hospedar celebrações é uma vocação nacional.   (continua)

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