Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns minutos...

 

10 coisas que gostaríamos de saber na faculdade

Enviado por Gilberto Godoy
10-coisas-que-gostariamos-de-saber-na-faculdade

     Blog Efetividade.net

     Um tema comum a todas as décadas é a constatação, por quem já tem alguns anos a mais de experiência, de que as pessoas da geração posterior continuam cometendo os mesmos erros (além dos novos e dos ampliados, é claro), deixando de aproveitar as mesmas oportunidades e achando que problemas triviais são os piores que enfrentarão em toda a sua vida.

     Tudo isso é natural e continuará a se repetir ainda por muito tempo, assim como também haverá aquele contingente de pessoas que consegue absorver o ponto de vista de quem já passou pela experiência, e entende a tempo que:

   •o famigerado Trabalho de Conclusão de Curso não é só um desafio e um problema, mas também uma oportunidade;

   •que rodar na cadeira de macroeconomia (ou, quem sabe, de refrigeração ou de cálculo III) raramente encerra a carreira profissional de alguém; e

   •que, por mais difícil que seja a prova de alguma matéria, preparar-se para ela está longe do nível de comprometimento que será necessário em etapas posteriores da sua vida. 

 
      Há uma semana o Lifehacker perguntou a seus leitores o que eles sabem agora e gostariam de ter sabido no tempo da faculdade. As respostas, naturalmente, variaram por um amplo e subjetivo campo, mas ontem saiu um apanhado dos assuntos mais frequentemente mencionados pelos leitores de lá em suas respostas, e que possivelmente interessa aos nossos leitores que estão a caminho da universidade, ou passando por esta etapa neste momento.
 
     Vale destacar que outra crença comum é de que, a cada geração, as faculdades se tornam menos funcionais, os alunos mais dispersos, a disponibilidade de tempo para extensão mais escassa e os professores menos motivados e preparados. Talvez seja verdade em termos objetivos, talvez não – mas precisamos jogar com as cartas que temos, e as faculdades que estão ao nosso alcance são as da nossa época, e não as anteriores (felizmente, certo?)
 
     Vamos, portanto, a uma pequena seleção dos pontos destacados pelos leitores do Lifehacker, acompanhados de comentários meus e do convite a que outras pessoas que estejam passando pela experiência, que já tenham passado ou que ainda pretendam passar compartilhem sua visão nos comentários!
 
     Sabedoria acadêmica

     •Esteja presente e em dia. Vá à aula, cumpra os compromissos acadêmicos, faça a prova na primeira chamada, entregue o trabalho no dia certo, visite o professor orientador no local e horário adequado. Não aproveitar as oportunidades de aprendizado e orientação, deixando tudo para a última hora, é uma forma certeira de queimar toda a sua credibilidade e reduzir a tolerância de todos os interlocutores quando um pequeno detalhe der errado na última hora e você não tiver mais tempo de colocar em prática um plano B. Imagine quantos trabalhos já deixaram de ser entregues no prazo final porque o cartucho de impressão acabou na madrugada do dia da entrega! Mas o responsável por depender de circunstâncias favoráveis de forma tão extrema é quem deixou tudo para ser resolvido depois.

     •Pense no que virá depois. A hora de pensar no que você vai fazer um mês depois de formado não é na semana da formatura. A faculdade é um mecanismo que oferece condições de prepará-lo para a carreira, mas dificilmente isso acontece somente durante a rotina de transferir conteúdo e avaliar o aprendizado.
 Participar de outras iniciativas acadêmicas (diretório dos estudantes, empresa júnior, etc.), de estágios (obrigatórios ou não), de eventos de pesquisa e extensão, etc. pode ocupar espaços na sua agenda que você preferiria manter livres, mas ajuda a desenvolver uma série de habilidades, práticas e conhecimentos que depois vão diferenciar você nos currículos, entrevistas, avaliações e mesmo na sua autoconfiança – além de ajudar a entender o que você realmente quer fazer depois de se formar.
 
     •Conheça e seja conhecido. Networking, quando mal empregado, chega a ser quase um sinônimo de alpinismo social. Mas criar e manter um círculo de relacionamentos com pessoas que compartilhem interesses alinhados, quando não é um esforço artificial e baseado em falsidade, é uma oportunidade que quase sempre está presente na faculdade.

     Os colegas de outras turmas e cursos, os alunos que fazem acontecer as iniciativas acadêmicas, os professores, diretores, palestrantes, etc. podem ser as pessoas que no futuro apresentarão você a um possível sócio, fornecedor ou cliente, que serão o contato para se aproximar de uma empresa, ou que lembrarão do seu nome e procurarão no Facebook (ou no LinkedIn…) caso surja uma oportunidade para alguém que tenha exatamente o perfil que eles lembram que você tinha. Neste sentido, participar dos jogos estudantis, das jornadas de pesquisa e de outros eventos acadêmicos ou associados ganha uma perspectiva a mais, que merece ser levada em conta.
 
     •Aproveite. Por mais que tudo pareça difícil na faculdade, a tendência é que mais tarde você vá encarar regularmente desafios bem mais complexos do que o professor que não vai com a sua cara e o TCC com regras com as quais você definitivamente não concorda. Saber diferenciar o que justifica esquentar a cabeça e o que você pode deixar passar ,e um desafio em qualquer etapa da vida, mas ter em mente os seus objetivos pode ajudar a direcionar.

     Pode valer a pena procurar conscientizar-se de que tirar nota máxima em tudo não é garantia de futuro para boa parte das carreiras, e que talvez valha a pena encontrar um ponto de equilíbrio entre a busca das notas altas e o aproveitamento das oportunidades de coletar conhecimentos, experiências e contatos que terão valor real na vida posterior mas não contam pontos para o semestre.

Comentários

Comente aqui este post!
Clique aqui!

 

Também recomendo

  •    A entrevista é um momento importantíssimo no processo de seleção para uma vaga de emprego. Todos os seus movimentos são observados e avaliados. Portanto, concentre-se para permanecer focado no seu futuro profissional e “vender” bem a sua imagem, por meio das habilidades e conhecimentos que domina.   (continua)


  •   Pesquisa demonstra que a diluição entre as fronteiras do tempo de trabalho e do tempo livre já prejudica a qualidade de vida de 39,5% dos trabalhadores, com efeitos negativos sobre a saúde, as relações pessoais e as atividades educacionais e de lazer. A redução da jornada de trabalho é uma das alternativas apontadas para reduzir o problema.   (continua)


  •    A revista Time selecionou bons motivos para diminuir o ritmo no trabalho. A redatora Mita Dira postou um tweet da Indonésia em 14 dezembro dizendo que já estava há pelo menos 30 horas trabalhando. Poucas horas depois ela entrou em coma e morreu no dia seguinte vítima de exaustão e excesso de trabalho.   (continua)


  •    Pergunta: "Sinto-me emperrado em meu emprego atual. Não é um cargo ruim - tenho oportunidades de crescimento profissional e sou bem remunerado. O problema é que eu tenho uma ideia própria para uma empresa, que me mantém acordado à noite e me faz levantar de manhã. Mas todos os dias tenho de...   (continua)


  •      Por MBTMelo Da Fenapef via blog Luis Nassif Online
         Nos últimos dias a Fenapef analisou os dados oficiais do Ministério do Planejamento e Gestão (MPOG), através da análise detalhada dos boletins estatísticos de pessoal, emitidos mensalmente pelo Governo Federal.   (continua)

     

  •      Apesar da resistência de uma classe média urbana acostumada às vantagens da era serviçal, a chaga da exploração do trabalho das domésticas finalmente está sendo reduzida no Brasil. Quando a classe trabalhadora inglesa, a partir do século XVIII, começou a lutar pelos diretos do trabalho, como redução da jornada (que atingia 18 horas por dia), salários dignos, intervalos para refeições, descanso semanal, férias, licença maternidade, etc.   (continua)


Copyright 2011-2019
Todos os direitos reservados

Até o momento,  1 visitas.
Desenvolvimento: Criação de Sites em Brasília