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Homem - BF Skinner

Enviado por Gilberto Godoy
homem---bf-skinner

     O Homem sempre se esforçou para explicar seu comportamento procurando suas
causas. Os historiadores e biógrafos buscaram as origens das conquistas humanas nas
condições de nascimento, clima, cultura e contatos pessoais, e alguns deles incluíram
filósofos e ensaístas em generalizações mais amplas. A ciência naturalmente trabalhou
na mesma direção. As ciências sociais se especializam em demonstrações estatísticas,
mas a psicologia e a filosofia estão mais próximas da história e da biografia ao se
concentrarem no indivíduo. De qualquer forma, cada vez mais o comportamento dos
organismos, incluindo o homem, está sendo plausivelmente relacionado a fatos de sua
história genética e ambiental. Se outras ciências tiverem alguma contribuição a dar, o
comportamento humano, em última análise, poderá ser explicado inteiramente em
termos dessa contribuição.

A concepção tradicional é muito diferente. Sustenta que um homem se comporta
como o faz por causa de seus desejos, impulsos, emoções, atitudes e assim por diante.
Seu comportamento é importante apenas como expressão de uma vida interior. Muitos
psicólogos ainda endossam esta concepção. O bom freudiano atribui o comportamento
observável a um drama encenado no espaço não físico por um imanente triunvirato
pouco distinguível dos espíritos e demônios do animismo primitivo. Outros psicólogos
simplesmente dividem a pessoa interior em partes, cada uma das quais ainda traz
consigo sua pequena porção de vida mental. Assim, enquanto uma análise científica
relaciona o comportamento ao ambiente físico, o mentalista pode insistir em que a
mente observa apenas uma cópia, não muito digna de confiança, do ambiente chamada
experiência subjetiva. Enquanto uma análise científica mostra que reagimos de uma
dada maneira porque ações semelhantes no passado tiveram consequências específicas,
o mentalista pode insistir que agimos porque armazenamos lembranças de ações
passadas e de suas consequências, as quais agora examinamos com cuidado, a fim de
atingir certas expectativas, que levam a um ato de vontade, que, por sua vez, inicia o
comportamento. Enquanto a análise científica procura a origem de certos padrões
perturbados de comportamento na história de punição, o mentalista pode argumentar
que o distúrbio está na personalidade e que é o efeito de ansiedade, possivelmente
gerada por punição. A concepção tradicional de homem é um exemplo de uma
estratégia explanatória que foi outrora comum em outras ciências. Ela sobreviveu em
psicologia, possivelmente por causa da extraordinária complexidade do assunto.
Enquanto são demonstradas conexões com variáveis externas, a despeito da
complexidade, todavia, reduz-se a necessidade de explicações internas. Uma efetiva
análise científica presumivelmente dispensaria o uso delas.

      O fato de tal análise ser mais simples, mais conveniente e mais útil não
significará, necessariamente, sua adoção, porque os pontos de vista mais antigos
serviam a outras funções, que não científicas. Uma reinterpretação comportamental de
vida mental não é um problema fundamental para muitas pessoas, mas todo mundo se
interessa pelo comportamento humano. No entanto, há outras razões pelas quais a
interpretação científica não parece oferecer, de modo algum, uma visão de homem.
Certas características do comportamento humano muito admiradas parecem ser
negligenciadas, e sua ausência é mais ameaçadora que qualquer implicação sobre a
natureza da consciência ou a existência do livre arbítrio.

     C. S. Lewis, por exemplo, chegou a ponto de argumentar que a ciência está
envolvida na “abolição do homem” (1). Ele se preocupa com a pequena relevância
atribuída a uma característica familiar da interpretação tradicional – um senso interno de
justiça, a percepção de um padrão de integridade, uma fonte interna de valores. Para o
tradicionalista um ato humano não é simplesmente um movimento físico, é um
julgamento ou a expressão de um julgamento, que se consegue apenas aplicando certos
padrões de conduta. Não é o ato que é essencialmente humano (por mais moralmente
aceitável que seja), mas a aplicação do padrão. Podemos condicionar um homem a se
comportar de formas virtuosas como condicionamos animais a se comportarem, de
acordo com qualquer conjunto de especificações, mas tal homem não será virtuoso. De
acordo com esse ponto de vista, ele pode ser virtuoso apenas se não foi condicionado a
se comportar bem de modo automático, mas chegou a dadas formas de conduta virtuosa
consultando seu senso de retidão. (O argumento é reminiscente da queixa de que uma
religião racional destrói a devoção, que a prova da existência de Deus priva o homem da
oportunidade de demonstrar sua fé).

      Se esta concepção tradicional de homem continuar a desafiar o ponto de vista
 científico, entretanto, algumas perguntas espinhosas precisam ser respondidas. O que
está acontecendo quando um homem se baliza por um padrão de retidão? Pode esta
forma de comportamento ser analisada? De onde vêm os padrões? Se a resposta é que
eles vêm da história genética ou ambiental, então o ponto de vista científico não está em
perigo. E este parece ser o caso. Lewis, por exemplo, reconhece que os sentimentos que
ele tanto valoriza precisam ser aprendidos. “O animalzinho humano”, ele diz, “não teria
de pronto as respostas certas” – em verdade, neste sentido não seria ainda humano. E ele
cita Platão (6) para sustentar a afirmação de que coisas como gosto e compaixão devem
ser ensinadas a uma criança antes que ela esteja em idade de raciocinar. Estas são as
controvérsias de um ambientalista. Os valores aos quais um homem deve ser capaz de
recorrer, a fim de ser humano, não são originalmente seus, e algo além dele é, portanto,
responsável em última instância por sua ação. (A mesma história infeliz pode ser
contada sobre todas as explicações internas da conduta humana, pois as explicações
devem elas próprias serem explicadas – possivelmente em termos de outros eventos
internos, mas consequente e necessariamente, em termos de forças externas agindo
sobre um homem).

      Um pequeno problema sobrevive num nível técnico. Como vamos ensinar uma
criança a se comportar bem? Podemos começar condicionando-a a dar tantas respostas
puramente automáticas, corretas, mas descobriremos que o número que deve então ser
ensinado é assustadoramente grande. É mais eficiente, se não realmente necessário,
ensiná-la a examinar cada nova ocasião conforme ela surja, aplicando certas regras para
chegar a uma resposta apropriada. Essa é a nossa prática ao ensinar multiplicação. Até
doze-vezes-doze condicionamos respostas específicas, cada uma das quais pode ser
bastante automática, não implicando compreensão alguma de multiplicação. Acima
disso, achamos conveniente condicionar certos procedimentos que permitem à criança
chegar a um grande número de produtos específicos que não seria eficiente condicionar
separadamente.

      Algumas vezes argumenta-se que há um elemento de liberdade na aplicação de
padrões, o que não existe na execução automática de respostas corretas. Mas um senso
de liberdade é outro daqueles atributos internos que perdem sua força conforme
compreendemos mais claramente a relação do homem e seu ambiente. Liberdade – ou
melhor, comportamento de que se “sente livre” (“feels free”) – é também o produto de
uma história de condicionamento. No seu notável livro, Émile, Jean Jacques Rousseau
(2) tentou encontrar alternativas para os métodos punitivos das escolas de seu tempo.
Ele insistiu que os alunos deveriam se comportar como quisessem, em vez de serem
forçados a agir por coerção física. Ele demonstrou uma extraordinária engenhosidade ao
substituir punição por induções positivas. Mas ele não estava transferindo a educação
para o aluno em si.

      Deixe [a criança] crer que está sempre no controle, embora seja
sempre você [o professor] quem realmente controla. Não há
submissão tão perfeita, quanto aquela que mantém a aparência de
liberdade, pois, desta forma, aprisiona-se a própria volição. O pobre
bebê, nada sabendo, de nada capaz, nada tendo aprendido, não está à
sua mercê? Você não pode arranjar tudo no mundo que o rodeia?
Você não pode influenciá-lo como quer? Seu trabalho, seus
divertimentos, seus prazeres, seus sofrimentos, não estão todos em
suas mãos e sem que ele o saiba? Indubitavelmente, ele deveria fazer
apenas o que quer; mas ele deveria querer fazer apenas o que você
quer que ele faça; ele não deveria dar um passo que você não tivesse
previsto; ele não deveria abrir a boca sem que você soubesse o que
ele irá dizer.

      Assim falou um grande paladino da liberdade humana! Como um senso de
retidão ou justiça, as disposições que fazem um dado ato sentir-se livre vem do
ambiente. A questão que permanece é novamente técnica. Qual é o melhor modo de
produzir aquelas mudanças que são o objeto de educação? Há muitas vantagens em
arranjar as coisas de forma que o aluno faça o que quer fazer, mas ele deve ser
cuidadosamente preparado para querer aquelas coisas que são exigidas para uma
instrução eficaz.

      Outro atributo humano que parece estar faltando no quadro científico refere-se
ao que uma pessoa não quer fazer. No ponto de vista tradicional um homem tem
obrigações assim como direitos: há coisas que ele deve fazer ou sofrer as consequências.
Ele é responsável por sua conduta no sentido em que, se ele não se comportar de uma
dada forma, é simplesmente justo que ele seja punido. Para escapar à punição – sejam as
punições naturais do ambiente físico ou as punições sociais da sociedade – ele se engaja
numa atividade chamada autocontrole (3). Quando o mesmo comportamento final
“bom” é atingido, sem usar punição, o autocontrole é desnecessário nesse sentido.
A exclusão de responsabilidade pessoal da concepção científica de homem foi
particularmente lastimada por Joseph Wood Krutch (4). Quando consideramos que um
criminoso necessita de tratamento, mais do que punição, por exemplo, privamo-lo do
“atributo humano de responsabilidade”. Tratamento é tão somente uma forma de gerar
bom comportamento sem punição. As medidas preventivas são provavelmente mais
válidas. Por exemplo, poderíamos controlar o roubo criando um mundo livre de
circunstâncias provocadoras (por exemplo, um mundo no qual não há nada que não se
possa ter ou onde nada está ao alcance de ser roubado) ou condicionando o
comportamento que é incompatível com o roubo ou que o substitui (por exemplo,
poderíamos reforçar bastante “respeitar a propriedade alheia” ou ensinar meios mais
fáceis e legais de obter coisas). Quando resolvemos o problema de uma dessas
maneiras, nós não deixamos lugar para a responsabilidade pessoal ou autocontrole. Nós
não deixamos lugar para luta moral; e se [este modo de] lutar é humano, nós realmente
destruímos algo no homem.

      O mesmo argumento é válido para punições não governamentais. Fumar cigarros
é “naturalmente” punido por câncer de pulmão ou pela ameaça de câncer de pulmão,
assim como comer em excesso é punido por obesidade, doença e a ameaça de morte
prematura. A ação agressiva é punida por medidas vingativas. Todas estas
conseqüências aversivas normalmente levam a alguma medida de autocontrole. Mas
podemos reduzir a tendência a fumar, comer ou agir agressivamente de outras maneiras
e, com isso, a necessidade de se controlar. Drogas apropriadas têm esse efeito. Um
tranqüilizante reduz a necessidade de se controlar a agressividade, um supressor de
apetite reduz a necessidade de controlar o comer, e uma droga que reduzisse a tendência
de fumar cigarros reduziria a necessidade de controlar o hábito do fumo. Uma outra
forma de controle seria construir um mundo no qual os reforçamentos positivos,
atualmente concedidos a estes comportamentos, fossem cuidadosamente manejados. Em
tal mundo, um homem seria naturalmente hábil e bom ou, pelo menos, facilmente
ensinado a ser hábil e bom. Não haveria lugar para luta intelectual ou moral.
Qualquer tecnologia, física ou social, que reduza conseqüências de punição
reduz a necessidade de autocontrole e responsabilidade pessoal. Se a mesma conduta
aceitável é executada, é difícil entender porque alguém poria objeção. O problema é que
as características que são agora descartadas foram por muito tempo admiradas.

      Admiramos pessoas que adotam padrões éticos e morais, que aceitam responsabilidades
e que se controlam. Admiramo-las em parte porque os resultados nos são reforçadores,
pois o indivíduo é, então, induzido a adaptar-se aos interesses dos outros. Também
admiramos tal comportamento simplesmente a fim de mantê-lo. Admiração é uma
prática social usada para compensar um controle ineficiente. Há certos tipos de
heroísmo, por exemplo, que a sociedade pode fomentar apenas admirando-os
efusivamente. Podemos induzir os homens a morrerem por seus países convencendo-os
de que é belo e honroso fazê-lo. Os alunos dedicam-se bastante aos estudos para serem
admirados por seus professores. Os homens empreendem trabalhos exaustivos e sofrem
com paciência porque são admirados por isso. Contudo o progresso tecnológico é
dirigido no sentido de tornar tudo isso desnecessário. Em um mundo em paz não haveria
heroísmo militar algum a admirar. Não mais admiraremos sofrimento paciente se os
homens raramente precisarem sofrer. Nem mesmo valorizaremos trabalho exaustivo se
o trabalho pode ser reduzido, e não admiraremos estudantes que se dedicam muito,
quando há técnicas de educação nos quais eles simplesmente não precisam estudar
tanto. Não mais admiraremos lutas com o demônio, se o demônio é simplesmente um
ligeiro distúrbio no hipotálamo, que pode ser aplacado com uma droga adequada.
Voltando-se para variáveis externas e manipuláveis, uma análise científica
afasta-se de supostas atividades internas que tentamos alcançar através de admiração. A
atividade interna, necessitando ser admirada, naturalmente parece admirável. Assim,
admiramos um homem que pode multiplicar aplicando regras mais do que um que
meramente recita a tábua de multiplicação de um modo automático, mas admiramos
muito mais o segundo do que um que usa uma máquina de calcular. A máquina de
calcular foi planejada para reduzir o comportamento exigido na multiplicação de
repostas externas, muito bem definidas, relativamente infalíveis e realizadas quase sem
esforço. Melhora a multiplicação, mas torna aquele que multiplica menos admirável.

      Platão registra uma objeção à invenção do alfabeto em campos semelhantes: se os textos
fossem geralmente disponíveis, um homem pareceria saber coisas que ele meramente
leu (6). Mas o alfabeto foi inventado precisamente para capacitar um homem a tirar
proveito do conhecimento direto de outra pessoa. Devemos destruir todas as invenções
físicas e sociais, a fim de recapturar um homem que admiramos de todo coração?
Duas características importantes que, frequentemente, se diz que faltam na
interpretação científica do homem são, na verdade, enfatizadas nela. Se o homem não
tem liberdade de escolha alguma, se ele não pode iniciar ato algum que altere o curso
causal de seu comportamento, então pode parecer que ele não tem controle algum sobre
seu próprio destino. O ponto de vista científico do homem, segundo Krutch, é um “beco
sem saída” (7). O fato é, entretanto, que os homens controlam sua história genética e
ambiental, e nesse sentido realmente controlam a si próprios. Ciência e tecnologia
preocupam-se em mudar o mundo no qual o homem vive, e as mudanças são feitas
precisamente por causa de seus efeitos sobre o comportamento humano. Atingimos o
estágio, longe de um beco sem saída, no qual o homem pode determinar seu futuro com
uma ordem inteiramente nova de eficácia. C. S. Lewis ainda protestaria; em The
Abolition of Man ele escreveu “... o poder de alguns homens de tornar-se o que lhe
agrada significa... o poder de alguns homens de transformar outros homens naquilo que
agrada [aos primeiros]”. Mas sempre foi assim. Os homens controlam a si próprios
controlando o mundo no qual vivem. Fazem isto tanto quando exercitam o autocontrole,
como quando fazem trocas na cultura, as quais alteram a conduta de outros.
Uma outra característica do conceito tradicional que é enfatizada, e não abolida,
é a individualidade. Algumas práticas derivadas de um conhecimento científico do
comportamento humano poderiam, sem dúvida, levar à uniformidade, como práticas
consonantes com conceitos tradicionais têm frequentemente feito, mas há nada na
posição científica que torne isto inevitável. Pelo contrário, como produto de um
conjunto de variáveis genéticas e ambientais, o homem é indiscutivelmente único. A
unicidade da impressão digital do homem já foi surpresa e, por causa de sua utilidade
prática, é ainda símbolo familiar de individualidade. Mas o corpo de cada homem, que
resulta de sua história genética é um vasto sistema de estruturas únicas, das quais as
linhas tortuosas do dedo polegar são um exemplo ridiculamente trivial. Igualmente
idiossincráticas são todas aquelas características que um homem apresenta como
resultado de seu ambiente. É verdade que certas práticas específicas são simplificadas
quando estas fontes de individualidade são minimizadas, mas não há nada na prática
científica ou na teoria que ameace a individualidade e ou questione a possibilidade de
que algumas utilizações de variáveis, partindo dessas fontes, terão os notáveis
resultados, que atribuímos a talento ou gênio.

      Não é fácil abandonar noções como um senso de justiça, um senso de liberdade e
responsabilidade pessoal ou aceitar uma nova interpretação da individualidade do
homem e seu poder de controlar seu próprio destino. Contudo, seria surpreendente se
qualquer concepção do homem não necessitasse ocasionalmente, de revisão. O
comportamento humano é extraordinariamente complexo e é improvável que uma
explicação verdadeira definitiva tenha sido alcançada tão cedo. O conceito tradicional
certamente não nos fez claramente bem sucedidos ao lidar com assuntos humanos. A
interpretação alternativa que uma ciência de comportamento nos pede para aceitar não é
realmente assustadora. O homem sobrevive imutável. A Física não muda a natureza do
mundo que estuda e nenhuma ciência de comportamento pode mudar a natureza
essencial do homem, embora ambas as ciências forneçam tecnologias com um vasto
poder de manipular seus objetos. A Ciência nos leva a ver o homem sob uma luz
diferente, mas ele é, não obstante, o mesmo homem que vimos outrora sob uma luz
diferente. Se devemos ter algo para admirar, que seja a prontidão do homem em rejeitar
um retrato lisonjeiro de si próprio em favor de um retrato mais acurado e, portanto, mais
útil. Mesmo aqui a admiração é supérflua. O fato é que a cultura que mais prontamente
reconhece a validade de uma análise científica tende a ser mais bem sucedida na
competição entre culturas, a qual, queiramos ou não, decidirá todos os problemas deste
tipo com finalidade.


  Publicado no Proceedings of the American Philosophical Society, 1964, 108, 482-485.
Revisão da tradução feita por Noreen C. de Aguirre e Hélio José Guilhardi, baseada na publicação do
texto em Skinner, B. F. (1999). Cumulative Record. B. F. Skinner Foundation: Cambridge , M A.
Agosto/2010
   Publicado no Proceedings of the American Philosophical Society, 1964, 108, 482-485.
Revisão da tradução feita por Noreen C. de Aguirre e Hélio José Guilhardi, baseada na publicação do
texto em Skinner, B. F. (1999). Cumulative Record. B. F. Skinner Foundation: Cambridge , M A.
Agosto/2010
 

Referências
1. Lewis, C. S. The Abolition of Man. New York, 1947.
2. Rousseau, J. J. Émile ou de L’Éducation. Amsterdam et Franfort, 1762. Page
121 in the Classiques Garnier Édition.
3. Skinner, B. F. Science and Human Behavior. New York, 1953.
4. Krutch, J. W. The Measure of Man. Indianópolis: Bobbs-Merrill, 1953.
5. Rogers, C. R. e Skinner, B. F. Some Issues Concerning the Control of Human
Behavior. Science, 124, 1956; pp. 1057-1066.
6. Platão. Phaedrus. Jowett translation, III: 27e – 275b.
7. Krutch, J. W. What I Learned about Existentialism. Saturday Review, 45 (April
21, 1962).

     Fonte: Instituto ITCR - Campinas-SP

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