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40 livros para ler antes de morrer

Enviado por Carmelino Filho
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        Por Carlos Willian Leite Da Revistas Bula vida blog Luis Nassif Online

     Escritores, jornalistas e professores foram convidados à responder a pergunta: Quais livros você levaria para uma ilha deserta? Cada participante poderia indicar entre um e dez livros de autores, de todas as épocas, brasileiros ou estrangeiros, tendo como critério principal o gosto pessoal, não importando se um determinado livro era canonizado ou desconhecido, descartável ou duradouro. Discutível como todas as listas de melhores, esta também não pretende ser abrangente e provavelmente se tivesse sido, ou for feita em outra ocasião,  o resultado seria diferente. Ela apenas reflete a opinião, do momento, dos participantes convidados. E os livros citados por eles, bons ou ruins, trazem em comum o fato de tê-los inspirado. E como escreveu Harold Bloom: “Todo mundo tem ou deveria ter uma lista de obras que lhe serviriam de companhia numa ilha deserta.” Abaixo, em ordem aleatória, os 40 livros escolhidos, sem repetir autores. 

Guerra e Paz - Liev Tolstói 

Ciência e Comportamento Humano - BF Skinner 

Grande Sertão: Veredas - Guimarães Rosa  

As Viagens de Gulliver - Jonathan Swift  

Dom Quixote - Miguel de Cervantes  

Robinson Crusoé - Daniel Defoe  

Em Busca do Tempo Perdido - Marcel Proust  

Moby Dick - Herman Melville  

O Processo - Franz Kafka  

Livro do Desassossego - Fernando Pessoa  

Os Irmãos Karamázov - Fiódor Dostoiévski           

Coração das Trevas - Joseph Conrad  

A Divina Comédia - Dante Alighieri  

Hamlet - William Shakespeare

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis  

Pergunte ao Pó - John Fante  

Cem Anos de Solidão - Gabriel García Márquez             

A Montanha Mágica - Thomas Mann  

O Complexo de Portnoy - Philip Roth  

O Som e a Fúria - William Faulkner  

Folhas de Relva - Walt Whitman  

Os Miseráveis - Victor Hugo 

1984 - George Orwell             

Desonra - J. M. Coetzee  

O Homem Sem Qualidades - Robert Musil  

Orgulho e Preconceito - Jane Austen  

Ulisses - James Joyce  

A Terra Devastada - T.S. Eliot  

Apanhador no Campo de Centeio - J. D. Salinger 

O Príncipe - Maquiavel  

Os Sertões - Euclides da Cunha       

O Velho e o Mar - Ernest Hemingway  

Ficções - Jorge Luís Borges  

Histórias de Cronópios e de Famas - Julio Cortázar  

Madame Bovary - Gustave Flaubert             

Odisseia - Homero  

Meridiano de Sangue - Cormac McCarthy 

Fausto -  Goethe  

Lolita - Vladimir Nabókov             

O Tempo e o Vento - Erico Verissimo 

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  • Trecho do livro 'Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra', Mia Couto.

       "A vantagem de ser pobre é saber esperar. Esperar sem dor. Porque é espera sem esperança. Mariano sofria sem pressa. Isso, ele me ensinara: o segredo é demorar o sofrimento, cozinhá-lo em lentíssimo fogo, até que ele se espalhe, diluto, no infinito do tempo."   (continua)


  •      O livro Freakonomics - O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta - é uma coletânea de estudos do economista Steven Levitt, Ph.D. pelo MIT, em parceria com o jornalista Stephen J. Dubner. A obra defende teses polêmicas, entre elas a de que a legalização do aborto seria a grande responsável pela redução das taxas de criminalidade nos Estados Unidos.   (continua)


  •      Em 1956, quando o presidente Juscelino Kubitschek lançou o seu Plano de Metas, destinado a modernizar o país, Guimarães Rosa (1908-1967) publicou as novelas de Corpo de baile e Grande sertão: veredas. Era embaixador e trabalhava no Itamaraty, no Rio de Janeiro.   (continua)


  •        Por Chico Lopes, do site Cronópios
         “Ave, Palavra”, deve-se dizer de início, é para fãs de Guimarães Rosa. Dificilmente alguém que não tenha freqüentado um tanto do universo do escritor e amado cada momento de, por exemplo, “Grande Sertão: Veredas”, poderá gostar do livro e aceitar as brincadeiras de Rosa com a palavra.   (continua)


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