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  •    Eloá Heise, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, conversa com Rodrigo Simon sobre Fausto, obra do escritor alemão Johann Goethe. Eloá fala sobre a figura histórica de Fausto e a busca do homem pelo sentido da vida.

  •    Aniversário de 115 anos do poeta maior, Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Imagino nesse momento, no Paraíso, Drummond, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Antônio Carlos Jobim, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes.   (continua)

  •    Por que será que cada vez mais mãe e pai têm dificuldades de educar os filhos? Cada vez mais os consultórios de terapeutas são procurados por eles, bem intencionados mas desconhecendo o que fazem de errado na educação de seus filhos.   (continua)

  •    Liesel Meminger enfrenta a morte cara a cara três vezes. Sobrevive de cara lavada. De tão impressionada, a Dona Morte, ela mesma, decide contar a história da menina, que se habituou, desde cedo, a roubar livros, como forma de prosseguir a viver e a sonhar em meio a mil palavras perdidas.   (continua)

  •    Eduardo Galeano nasceu em Montevidéu, em 1940. Mais que o Galeano conhecido por qualquer um que já tenha ouvido falar de "uma américa latina de veias abertas", ele é o autor das palavras que andam, do mundo que vaga, dos mais de 30 títulos traduzidos em mais de 20 idiomas.   (continua)

  • Trecho do livro 'Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra', Mia Couto.

       "A vantagem de ser pobre é saber esperar. Esperar sem dor. Porque é espera sem esperança. Mariano sofria sem pressa. Isso, ele me ensinara: o segredo é demorar o sofrimento, cozinhá-lo em lentíssimo fogo, até que ele se espalhe, diluto, no infinito do tempo."   (continua)

  •      O livro Freakonomics - O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta - é uma coletânea de estudos do economista Steven Levitt, Ph.D. pelo MIT, em parceria com o jornalista Stephen J. Dubner. A obra defende teses polêmicas, entre elas a de que a legalização do aborto seria a grande responsável pela redução das taxas de criminalidade nos Estados Unidos.   (continua)

  •      Em 1956, quando o presidente Juscelino Kubitschek lançou o seu Plano de Metas, destinado a modernizar o país, Guimarães Rosa (1908-1967) publicou as novelas de Corpo de baile e Grande sertão: veredas. Era embaixador e trabalhava no Itamaraty, no Rio de Janeiro.   (continua)

  •        Por Chico Lopes, do site Cronópios
         “Ave, Palavra”, deve-se dizer de início, é para fãs de Guimarães Rosa. Dificilmente alguém que não tenha freqüentado um tanto do universo do escritor e amado cada momento de, por exemplo, “Grande Sertão: Veredas”, poderá gostar do livro e aceitar as brincadeiras de Rosa com a palavra.   (continua)

  •      Autor e obra são coisas diversas e, exceto por quem gosta mais de fuxicos que de arte, o segundo é importante e o primeiro quase o não é. Talvez a contundência dessa afirmação deva-se ao paroxismo a que chegou o interesse por descobrir detalhes biográficos dos autores, numa atividade de investigação obstinada e fetichista em busca provavelmente de nada.   (continua)

  •       Por Carlos Willian Leite Da Revistas Bula vida blog Luis Nassif Online
        Escritores, jornalistas e professores foram convidados à responder a pergunta: Quais livros você levaria para uma ilha deserta? Cada participante poderia indicar entre um e dez livros de autores, de todas as épocas, brasileiros ou estrangeiros, tendo como critério principal...   (continua)

  •      Entre os problemas que um casal enfrenta durante sua relação, sempre há aqueles relacionados ao dinheiro. As divergências nos perfis investidor e consumidor de cada um podem trazer conflitos no orçamento e na hora de fazer planos para o futuro e a independência financeira.   (continua)

  •    Segundo os filósofos, 'aquilo em que um homem acredita, acaba sendo a sua realidade'. Durante anos eu disse que não era mecânico e não era mecânico. Ao dizer que não sabia sequer distinguir uma ferramenta de outra, fechava-se as portas de um mundo de luz. Tinha de haver alguém para consertar os meus aviões para que eu pudesse voar.   (continua)

  •       "Esse espanto perante a ordem é a primeira inspiração da ciência. Quando um cientista enuncia uma lei ou uma teoria, ele está contando como se processa a ordem, está oferecendo um modelo de ordem. Agora ele poderá prever como a natureza vai se comportar no futuro. É isto que significa testar uma teoria...   (continua)

  •   ​"Sócrates? Agora imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles...   (continua)

  •    Este vídeo é parte do tour guiado da Revista Nova Escola na exposição de Machado de Assis no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Vale a pena! De Machado, sugiro, especialmente, o conto 'A teoria do Medalhão'. Traz uma análise do comportamento de alguns membros da sociedade.   (continua)

  •    Quando menina, eu não tinha muitos livros. Na verdade, até os seis anos de idade não tinha nenhum. Foi aí que alguém presenteou a nossa família um exemplar de: O Pequeno Príncipe. Assim se deu a minha estreia no mundo sem precedentes da literatura, e do principezinho…   (continua)

  •    O dramaturgo inglês Richard Olivier encontrou uma maneira inovadora de dar continuidade ao legado de seu pai, o ator britânico Laurence Olivier, um dos maiores intérpretes da obra de William Shakespeare. Há cinco anos, Richard começou a dar aulas sobre o Grande Bardo a executivos de empresas multinacionais. É preciso motivar seus funcionários? Henrique V neles.   (continua)

  •    Tenho um amigo jornalista que adora fazer listas de preferência: os 10 mais de todos os tempos, os 100 piores, os 1000 imperdíveis, e por aí vai. Desconfio que ele se sinta em êxtase até mesmo quando a esposa coloca em suas mãos uma reles lista de compras do supermercado.   (continua)

  • "Ser ou não ser, eis a questão.
    O que é mais nobre? Sofrer na alma
    As flechas da fortuna ultrajante
    Ou pegar em armas contra um mar de dores
    Pondo-lhes um fim? Morrer, dormir
    (continua)

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