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  •      A mesma agência que rebaixou a nota do Brasil na segunda-feira havia elevado o país em novembro de 2011 em meio à crise que abalava a economia europeia. O que mudou de lá para cá? Muita coisa. É mais eficiente corrigir os erros do que atacar a agência, até porque o governo comemorou quando a nota subiu, dizendo que ela "evidenciava o sucesso da gestão da economia brasileira". As contas públicas pioraram, mas o pior fato que ocorreu foi a perda de consistência dos indicadores pela contabilidade criativa. Ontem, a Standard & Poor's apontou a crise do setor elétrico como uma das razões para o rebaixamento. De fato, ela mostrou vários problemas: intervencionismo, mudança de regras, preços definidos por razões eleitoreiras.   (continua)

  •      Em 2007, quando os preços dos imóveis começaram a cair nos EUA, surgiram as primeiras Cassandras vaticinando que em breve o destino brasileiro seria o mesmo. A lógica era simples: também aqui os preços já tinham subido muito, a expansão do crédito imobiliário tinha sido grande e as construtoras construíam como nunca. Lógica simples, porém errada. Todos os pontos eram verdadeiros, mas ignoravam o fator determinante para quem pesava os prós e os contras da compra de um imóvel.   (continua)

  •       Fonte: coluna econômica do blog Luis Nassif Online

         A redução da taxa básica de juros – tanto a nominal quanto a real (descontada a inflação) – deverá produzir, em breve, um direcionamento radical da poupança nacional, tanto dos grandes fundos como das pessoas físicas.
         Um pequeno exemplo: grande parte dos fundos de pensão se obriga a ...  (continua)

  •        Por Zuraya Da Carta Maior

         China ou Estados Unidos: quem será a potência do século XXI? Considerada anteriormente como inevitável, a transformação da China como principal potência se baseia em um modelo esgotado. Será?
         Com o estouro financeiro de 2008, formou-se um crescente consenso de que a China se converteria na potência dominante do século XXI. O debate se centrava mais em quando ela superaria os Estados Unidos: 2015, 2030 ou em meados do século...  (continua)

  •      Por Chico Rasia do El País

         Los recortes elevan el paro hasta un máximo histórico en el segundo trimestre.
         El paro ha vuelto a subir. Ya está más alto que nunca. El 24,63% que se ha alcanzado en el mercado laboral español en el segundo trimestre de este año, supera por poco la anterior cota histórica, el 24,55% que se alcanzó a comienzos de 1994, durante la anterior crisis.   (continua)

  •    Outra crise! E agora Obama?
       Para aqueles que conhecem a história da década de 1930, o que está ocorrendo agora é muito familiar. Se alguma das atuais negociações sobre a dívida fracassar, poderemos estar perto de reviver 1931, a bancarrota bancária mundial que alimentou a Grande Depressão. Mas se as negociações tiverem êxito, estaremos prontos para repetir o grande erro de 1937: a volta prematura à contração fiscal que terminou com a recuperação econômica e garantiu que a depressão se prolongasse até que a II Guerra Mundial finalmente proporcionasse o “impulso” que a economia precisava.   (continua)

  •       Quem venceu a grande discussão econômica dos anos 90?
         Numa ponta, os seguidores do chamado "consenso de Washington" - que dizia que bastaria a um país equilibrar suas contas fiscais (ainda que ao custo de destruir sua infraestrutura e suas políticas sociais), não se importar com os juros e dar plena liberdade aos fluxos de capitais para o desenvolvimento se impor por si só.   (continua)

  •      Renato Meirelles Da Carta Capital

         Em dez anos, algumas mudanças econômicas colocaram o Brasil num patamar evolutivo. Muitos brasileiros, antes considerados de baixa renda, conseguiram acesso ao crédito através de empregos formais que contribuíram para o aumento da renda familiar. Essa rede de mudanças permitiu a este cidadão dar boas vindas a um estilo de vida mais consumista. Os sonhos são hoje possíveis de serem concretizados.   (continua)

  •       Do O Estado de S. Paulo

         A riqueza do País pode começar a ser mensurada de outra forma. No lugar do Produto Interno Bruto (PIB), a Felicidade Interna Bruta (FIB). A Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) está empenhada na elaboração da metodologia do novo índice. A intenção é fornecer os resultados ao governo federal para auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas. O FIB já existe no Butão, um pequeno reino incrustado nas cordilheiras do Himalaia. Lá, o contentamento da população é mais importante que o desempenho da produção industrial. O índice pensado pela FGV, no entanto, não será tão radical.  (continua)

  •      Economizar para poder investir só faz sentido se você está planejando alguma coisa no futuro. Afinal, ao poupar você precisa abrir mão da satisfação imediata do consumo presente em favor da possibilidade de gastar mais para frente. No Brasil, como os juros são altos, ao poupar você também garante que a quantia que irá receber no futuro é maior do que aquela que deixou de gastar no presente.   (continua)

  •      Do Valor Econômico - Nakano vê mais dez anos de recessão no mundo.

         A recessão mundial vai se prolongar ao menos por mais dez anos, avalia o economista Yoshiaki Nakano, diretor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), para quem a atuação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu (BCE) é focada apenas na resolução dos problemas financeiros, ignorando o crescimento econômico e, em especial, o crescente desemprego.

  •      Em meio a uma de suas mais graves crises políticas, a União Europeia (UE) está em sintonia num aspecto indesejado: o desemprego. Segundo dados divulgados neste mês pela agência de estatísticas Eurostat, o índice de desemprego dos 27 países da UE atingiu 9,8% em outubro, o maior patamar da série histórica, iniciada em 1995. São 23 milhões sem emprego, e 2011 foi um dos piores anos na História recente para procurar emprego no continente.   (continua)

  •       Além das ideologias

         Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.
         Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.   (continua)

  •       Fonte: Valor Econômico

         A combinação real forte e imóveis ainda com preços baixos tem levado muitos brasileiros a comprar uma casa ou apartamento nos Estados Unidos. O destino mais procurado é a Flórida, com preferência sobre Miami e Miami Beach. O problema é que muitos estão adquirindo imóveis no exterior sem avaliar a parte fiscal, tanto americana quanto brasileira. Se a compra for feita em nome da pessoa física, por exemplo, em caso de...  (continua)

  •       Adjutor Alvim via Luis Nassif Online

         Os que organizam as “Marchas dos Indignados” deveriam rever um pouco o passado para tentar entender o presente e tentar pensar a construção do futuro. Temo que seus protestos não levem a lugar nenhum porque buscam evitar o inevitável, mesmo que consigam diminuir o poder dos financistas.  Com o perdão do exagero, a última vez que a Europa produziu excedente econômico fruto exclusivamente de seu trabalho foi ao final do feudalismo. Naquele momento, as melhorias das técnicas agrícolas levaram a uma produção maior que o consumo e a um renascimento urbano e comercial.  (continua)

  •      Luis Nassif Online

         É inútil a discussão sobre quanto a economia crescerá este ano ou nos próximos. É evidente que o país será afetado pela crise internacional, que sofrerá menos do que em 2008 e que há uma tática de curto prazo para amenizar os efeitos da crise.  A questão é outra.
         Nas grandes crises do século 20, o Brasil foi beneficiário, permitiu-se grandes saltos de desenvolvimento.(continua)

  •       Coluna Econômica do Luis Nassif

          Um dos campeões do boom imobiliários dos últimos anos, Joseph Meyer Nigri, da Tecnisa, aposta que o nível atual de preços de imóveis de manterá nos próximos dez a vinte anos.
         Há casos de bairros cujos preços subiram demais, houve exagero. Além disso, em algumas áreas a valorização dos terrenos influenciou o preço de novos imóveis, fazendo-os bater no limite do mercado. Mas são bolhas localizadas que, segundo Nigri, não atrapalharão o ritmo de desenvolvimento do mercado.   (continua)

  •      "Sem o euro, não existe Europa", constatou Angela Merkel, no mesmo discurso em que assegurou que não haverá uma "união da dívida". As afirmações, contraditórias entre si, refletem imperativos diferentes. A primeira é uma homenagem prestada à história — ou seja, ao projeto supranacional da União Europeia. A segunda expressa a vontade dos eleitores alemães — ou seja, a existência do Estado-Nação. Agora, diante da iminente falência grega e do espectro de um colapso bancário em série, a chanceler deve escolher entre uma e outra, pois não pode ter as duas.   (continua)

  •       Por Nick Timiraos via Wall Street Journal/Valor

         O mercado imobiliário americano chegou a este ponto: para reanimá-lo, dois senadores estão se preparando para apresentar nesta quinta-feira um projeto de lei bipartidário que dará vistos de residência para estrangeiros que investirem pelo menos US$ 500.000 para comprar imóveis residenciais os Estados Unidos.   (continua)

  •       Immanuel Wallerstein - Tradução: Antonio Martins

         A social-democracia teve seu apogeu no período entre 1945 e o final dos anos 1960. Naquele momento, representou uma ideologia e um movimento que lutaram pelo uso dos recursos do Estado para assegurar alguma distribuição em favor das maiorias, de distintas formas concretas. Expansão dos sistemas de Saúde e Educação. Garantia de níveis de renda ao longo da vida, por meio de programas que atenderam às necessidades dos sem-emprego, particularmente as crianças e idosos. Programas para reduzir o desemprego.    (continua)

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