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  •    O livro “Pai Rico, Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, é um sucesso de vendas no mundo todo. Muitos o classificam como um livro de “auto-ajuda” e, embora eu mesmo considere desnecessários muitos dos ensinamentos...   (continua)

  •    Digamos que você queira diminuir seus gastos mensais, seja para estancar um desequilíbrio financeiro, seja simplesmente para aumentar a poupança em busca de um desejado objetivo de consumo.   (continua)

  •    Segundo especialista, brasileiros geralmente não entendem a diferença entre poupar e investir, o que é essencial para quem quer ter as finanças saudáveis. Você sabe qual é a diferença entre poupar e investir? Para o planejador financeiro certificado (CFP) Janser Rojo, da Soma Invest, o brasileiro usa esses dois conceitos como se fossem sinônimos, e com isso acaba cometendo grandes erros na sua vida financeira.   (continua)

  •    Neste mês de maio de 2024, completam-se seis meses do improvável governo de Javier Milei à frente da Argentina, e figurou, inclusive, na capa da Revista Time. A última vez que um argentino estampou a revista foi em 2012, com o Messi, que ganharia a copa do mundo 10 anos depois.  (continua)

  •    No mês de fevereiro deste ano, o Índice Nikkei, principal indicador da bolsa de valores de Tóquio, composto pelas maiores empresas japonesas, atingiu (e renovou), seu topo histórico, que havia sido formado em 1989. Sim, o Japão demorou 35 anos para voltar a atingir o nível recorde de...   (continua)

  •    Enquanto todos ficam de olho na Europa, dados recentes mostram que economia chinesa continua desacelerando. As importações e exportações de produtos processados vem desacelerando bastante, em função da redução da atividade nas principais economias do globo. O consumo de energia desacelerou bastante, a exceção do setor de serviços. Tal consumo indica que PIB possa estar andando a 7 ou 6% aa.   (continua)

  •       Bruno de Pierro, no Brasilianas.org da Agência Dinheiro Vivo
         O crescimento de 7,5% do PIB em 2010, acompanhado da ampliação expressiva do mercado de consumo, que registrou alta de 7% do consumo das famílias no terceiro trimestre daquele ano, confirma o movimento de ascensão da nova classe média, incentivado por políticas que, nos últimos anos, tiraram milhares de famílias da miséria extrema e as possibilitaram acesso ao crédito. Para além do simples consumo, incentivos, como o do Bolsa Família, recuperaram a dignidade de brasileiros.   (continua)

  •    Na famosa peça de Pirandello, os habitantes de uma pacata cidade no interior da Itália têm a sua atenção despertada por três sobreviventes de um terremoto. O problema é que o parentesco que une os três não fica muito claro aos olhos e ouvidos das pessoas. As versões expostas causam enorme alvoroço entre os moradores. Todos desejam saber qual é a verdade, mas como descobri-la, se as coisas se apresentam não como são, mas como parecem ser? Ao final, a busca da verdade se torna invasiva e cruel.   (continua)

  •      Um vídeo mostra o que é possível comprar de diferentes alimentos em vários países do mundo. Claro que um dado muito importante seria o de quanto tempo demoraria em reunir essa quantidade de dinheiro nos países em questão.

       Fonte: Huff Post.

  •    Insatisfação era esperada em uma China mais urbanizada, mais rica e com mais acesso à informação. O FMI previu na semana passada que o PIB da China deverá crescer ao redor de 7,5% este ano e de 7,3% em 2015, repetindo, portanto, nível próximo dos 7,7% de expansão registrado em 2012 e em 2013. A estas taxas de variação, a economia chinesa cresce por ano, hoje, praticamente a metade do extraordinário resultado alcançado em 2007, um ano antes da crise financeira dos "sub primes" nos Estados Unidos.   (continua)

  •      Em 2007, quando os preços dos imóveis começaram a cair nos EUA, surgiram as primeiras Cassandras vaticinando que em breve o destino brasileiro seria o mesmo. A lógica era simples: também aqui os preços já tinham subido muito, a expansão do crédito imobiliário tinha sido grande e as construtoras construíam como nunca. Lógica simples, porém errada. Todos os pontos eram verdadeiros, mas ignoravam o fator determinante para quem pesava os prós e os contras da compra de um imóvel.   (continua)

  •      A redução da taxa básica de juros – tanto a nominal quanto a real (descontada a inflação) – deverá produzir, em breve, um direcionamento radical da poupança nacional, tanto dos grandes fundos como das pessoas físicas.

         Um pequeno exemplo: grande parte dos fundos de pensão se obriga a ...  (continua)

  •        Por Zuraya Da Carta Maior

         China ou Estados Unidos: quem será a potência do século XXI? Considerada anteriormente como inevitável, a transformação da China como principal potência se baseia em um modelo esgotado. Será?
         Com o estouro financeiro de 2008, formou-se um crescente consenso de que a China se converteria na potência dominante do século XXI. O debate se centrava mais em quando ela superaria os Estados Unidos: 2015, 2030 ou em meados do século...  (continua)

  •      Por Chico Rasia do El País

         Los recortes elevan el paro hasta un máximo histórico en el segundo trimestre.
         El paro ha vuelto a subir. Ya está más alto que nunca. El 24,63% que se ha alcanzado en el mercado laboral español en el segundo trimestre de este año, supera por poco la anterior cota histórica, el 24,55% que se alcanzó a comienzos de 1994, durante la anterior crisis.   (continua)

  •    Outra crise! E agora Obama?
       Para aqueles que conhecem a história da década de 1930, o que está ocorrendo agora é muito familiar. Se alguma das atuais negociações sobre a dívida fracassar, poderemos estar perto de reviver 1931, a bancarrota bancária mundial que alimentou a Grande Depressão. Mas se as negociações tiverem êxito, estaremos prontos para repetir o grande erro de 1937: a volta prematura à contração fiscal que terminou com a recuperação econômica e garantiu que a depressão se prolongasse até que a II Guerra Mundial finalmente proporcionasse o “impulso” que a economia precisava.   (continua)

  •      Renato Meirelles Da Carta Capital

         Em dez anos, algumas mudanças econômicas colocaram o Brasil num patamar evolutivo. Muitos brasileiros, antes considerados de baixa renda, conseguiram acesso ao crédito através de empregos formais que contribuíram para o aumento da renda familiar. Essa rede de mudanças permitiu a este cidadão dar boas vindas a um estilo de vida mais consumista. Os sonhos são hoje possíveis de serem concretizados.   (continua)

  •      Do Valor Econômico - Nakano vê mais dez anos de recessão no mundo.

         A recessão mundial vai se prolongar ao menos por mais dez anos, avalia o economista Yoshiaki Nakano, diretor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), para quem a atuação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu (BCE) é focada apenas na resolução dos problemas financeiros, ignorando o crescimento econômico e, em especial, o crescente desemprego.

  •       Além das ideologias

         Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.
         Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.   (continua)

  •       Fonte: Valor Econômico

         A combinação real forte e imóveis ainda com preços baixos tem levado muitos brasileiros a comprar uma casa ou apartamento nos Estados Unidos. O destino mais procurado é a Flórida, com preferência sobre Miami e Miami Beach. O problema é que muitos estão adquirindo imóveis no exterior sem avaliar a parte fiscal, tanto americana quanto brasileira. Se a compra for feita em nome da pessoa física, por exemplo, em caso de...  (continua)

  •      Luis Nassif Online

         É inútil a discussão sobre quanto a economia crescerá este ano ou nos próximos. É evidente que o país será afetado pela crise internacional, que sofrerá menos do que em 2008 e que há uma tática de curto prazo para amenizar os efeitos da crise.  A questão é outra.
         Nas grandes crises do século 20, o Brasil foi beneficiário, permitiu-se grandes saltos de desenvolvimento.(continua)

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