"Amanhecemos com os olhos no amanhã
E o dia é hoje ...
Anoitecemos com os sonhos de ontem
E a noite é hoje ...
E de tanta falta de sintonia
De tanta busca e farta agonia
Rabiscamos no calendário
A morte do nosso dia."

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"Amanhecemos com os olhos no amanhã
E o dia é hoje ...
Anoitecemos com os sonhos de ontem
E a noite é hoje ...
E de tanta falta de sintonia
De tanta busca e farta agonia
Rabiscamos no calendário
A morte do nosso dia."
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"Um eu ficou no mar aprisionado
E deixou-me por pés as nadadeiras;
Outro ficou nas nuvens caminheiras,
Por isso bato os braços no ar parado.
Um eu partiu menino ensimesmado
E ofertou-me palavras verdadeiras,
Outro amou suas sombras companheiras..."
(continua)
"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
(continua)
Só a leve esperança em toda a vida
Disfarça a pena de viver, mais nada;
Nem é mais a existência, resumida,
Que uma grande esperança malograda.
(Continua)
Homenagem a todos os Pais.
"Terra de semente inculta e bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.
Pai, nada podem teus olhos doces,
(continua)
"O mundo inteiro é um palco,
E todos os homens e mulheres são meros atores:
Eles têm suas saídas e suas entradas;
(continua)
“Tem coisa mais boba na vida
que chamar-se Pablo Neruda?
Que vim fazer neste planeta?
A quem dirijo esta pergunta?
E que importância tenho eu
(continua)
Como é rico o nosso país em cultura. As poesias regionais são magniíficas. Vejam o lindo vídeo do gaúcho Jayme Caetano Braun. Ele mostra o querido Rio Grande. Jayme sonhava em ser médico mas se tornou um autodidata nos assuntos da cultura sulina. (continua)
“Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado...
(continua)
"Até agora, a maior metade atravessei
desta vida flutuante – eis a palavra mágica:
pois nos veda provar alegrias além
do que podemos ter! A metade da vida...
(continua)
Escrevo cartas, bilhetes, lista de compras,
composição escolar narrando o belo passeio
à fazenda da vovó que nunca existiu
porque ela era pobre como Jó.
Mas escrevo também coisas inexplicáveis:
quero ser feliz, isto é amarelo.
E não consigo, isto é dor.
(continua)
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