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  •    “É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua. Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira. Mas embriagai-vos...  (continua)

  •      "Minh'alma, de sonhar-te, anda perdida
    Meus olhos andam cegos de te ver!
    Não és sequer razão de meu viver,
    Pois que tu és já toda a minha vida!
    Não vejo nada assim enlouquecida...
    (continua)

  • “Donde vem? onde vai?  Das naus errantes 
    Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço? 
    Neste saara os corcéis o pó levantam,  
    Galopam, voam, mas não deixam traço.
       Bem feliz quem ali pode nest'hora 
    Sentir deste painel a majestade!
    (continua)

  • “N’algum lugar em que eu nunca estive,
    Alegremente além de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio:
    No teu gesto mais frágil há coisas que me encerram
    Ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
    (continua)

  • Essa lembrança que nos vem às vezes...
    folha súbita que tomba
    abrindo na memória a flor silenciosa
    de mil e uma pétalas concêntricas...
    Essa lembrança...mas de onde? de quem?
     (continua)

  • “Foi-se a Copa? Não faz mal.
    Adeus chutes e sistemas.
    A gente pode, afinal,
    cuidar de nossos problemas.
    (continua)

  •    "Um pouco da da beleza viva do texto-trama-poesia-doceria de Lília Diniz que canta nos seus textos-poemas-teatroantopológico, em plasma de pura aestesis semiológica, o doce-do-buriti, os extratos e estruturas, o seu povo, o povo da mata-de-transição amazônica...   (continua)

  • "Tarde sombria.
    Céu nublado.
    Mar agitado.
    Praia deserta.
    Vento sibila.
    Quero voar
    com o vento.
    (continua)

  • "O meu olhar é nítido como um girassol.
    Tenho o costume de andar pelas estradas
    Olhando para a direita e para a esquerda,
    E de vez em quando olhando para trás...
    E o que vejo a cada momento
    É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
    E eu sei dar por isso muito bem..."
    (continua)

  • "Seu Gonçalves, peço um favor:
    Facultar-me tua obra prima.
    A Canção do Exílio me inspirou,
    Pra eu tentar cá umas rimas.
    Tu falavas em palmeiras,
    Flores, campos, sabiás...
    (continua)

  • "Desde os tempos distantes de criança
    Numa força sem par do pensamento,
    Tem sentido infinito e resultante
    Do que sempre será meu sentimento;
    Todo teu, todo amor e encantamento,
    Vertente, resplendor e firmamento.
    Vive em tuas asas, todo o meu viver;
    (continua)

  • Para o início da primavera esta música encaixa como uma luva.
    Linda poesia e melodia. Recomendo ver o vídeo.


    Entre as prendas com que a natureza
    Alegrou este mundo onde há tanta tristeza
    A beleza das flores realça em primeiro lugar
    É um milagre do aroma florido
    Mais lindo que todas as graças do céu
    E até mesmo do mar

    (continua)

  • Cerca de grandes muros quem te sonhas.
    Depois, onde é visível o jardim
    Através do portão de grade dada,
    Põe quantas flores são as mais risonhas,
    Para que te conheçam só assim.
    Onde ninguém o vir não ponhas nada.

  • "Casa arrumada é assim:
    Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação
    e uma boa entrada de luz.
    Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico,
    um cenário de novela.
    (continua)
  •       Poesia pra começar!

         Começamos hoje a postar neste novo espaço, o Blog da Casa da Cultura Brasília. Pretendemos tratar aqui de artes, humor, família, música, filmes, livros, curiosidades, natureza, política, Brasília, arquitetura, fotografia, boas memórias, viagens, o amor e a própria vida, e muitas outras coisas. Serão conteúdos que possam ajudar a melhorar a vida e vê-la com um pouco mais de encantamento. Esperamos que gostem e participem!
          Abço a todos, Gilberto Godoy.

    "O mundo meu é pequeno, Senhor.
    Tem um rio e um pouco de árvores.
    Nossa casa foi feita de costas para o rio.
    Formigas recortam roseiras da avó.
    Nos fundos do quintal há um menino e suas latas maravilhosas.
    Todas as coisas deste lugar já estão comprometidas com aves.
    Aqui, se o horizonte enrubesce um pouco,
    os besouros pensam que estão no incêndio.
    Quando o rio está começando um peixe,
    Ele me coisa.
    Ele me rã.
    Ele me árvore.
    De tarde um velho tocará sua flauta para inverter
    os ocasos."

    Mundo pequeno - Manoel de Barros

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