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  • “Somos diferentes, tu e eu.
    Tens forma e graça e a sabedoria de só saber crescer até dar pé.
    Eu não sei onde quero chegar e só sirvo para uma coisa que não sei qual é!
    És de outra pipa e eu de um cripto.
    Tu, lipa
    Eu, calipto.
    (continua)

  •    Nas cinco partes do longo poema A Terra Desolada (1922), do americano naturalizado inglês T. S. Eliot (1888-1965), encontra-se um sumário da história do pensamento ocidental. Há constantes empréstimos à literatura europeia, à literatura indiana e à Antiguidade clássica.   (continua)

  • Tira-me o pão, se quiseres, 
    tira-me o ar, mas 
    não me tires o teu riso.
    (continua)

  • "Sete anos de pastor Jacob servia
    Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    Mas não servia ao pai, servia a ela,
    E a ela só por prémio pretendia.
    (continua)

  • "Quem passou pela vida em branca nuvem
    E em plácido repouso adormeceu;
    Quem não sentiu o frio da desgraça..." (continua)

  •    Mário Quintana nos explica o que são os poemas. Os poemas [Esconderijos do tempo, 1980]. Coisa linda! O vídeo é uma trecho do programa Papo Literário, da TV Ceará. A narração é de Lana Soraya.

  •      Alma de rouxinol, alma da gente…
       Florbela Espanca e sua poesia profunda: Alma perdida [Livro de Mágoas, 1919]. A narração é de Miguel Falabella.

  • Eis que morrestes – agora já não bate
    O vosso coração cujo bater
    Dava ritmo e esperança ao meu viver
    Agora estais perdidos para mim
    - O olhar não atravessa esta distância – 
    Nem irei procurar-vos pois não sou...
    (continua)

  • "Se a treva fui, por pouco fui feliz.
    Se acorrentou-me o corpo, eu o quis.
    Se Deus foi a doença, fui a saúde.
    Se Deus foi o meu bem, fiz o que pude...
    (continua)

  •    O dia 31 de outubro, data em que Carlos Drummond de Andrade completaria mais um ano, o Instituto Moreira Salles propõe a criação do “Dia D”, dedicado ao poeta. Assim como o Bloomsday, que comemora em 16 de junho a vida e obra de James Joyce na Irlanda, este  seria dedicado a Drummond.   (continua)

  •    Segundo poema da série “Poemas musicados”, Circuladô de Fulô é um dos 15 textos que compõem Galáxias, de Haroldo de Campos. Foi o resultado de uma viagem que fez por várias cidades do Nordeste na volta de uns tempos na Europa. É o seu olhar sobre as…   (continua)

  •    O mundo inteiro é um palco, e todos os homens simples atores, com as suas saídas e entradas, com múltiplos papéis em atos que abrangem sete idades. Primeiro, temos a criancinha, choramingando e vomitando nos braços da ama. Segue-se o estudante resmungão, com a...   (continua)

  • Tem coisa mais boba na vida
    que chamar-se Pablo Neruda?
    Que vim fazer neste planeta?
    A quem dirijo esta pergunta?

    (continua)

  • "Todas as funções da alma estão perfeitas neste domingo.
    O tempo inunda a sala, os quadros, a fruteira.
    Não há um crédito desmedido de esperança
    Nem a verdade dos supremos desconsolos -
    (continua)

  • “A sombra azul da tarde nos confrange.
    Baixa, severa, a luz crepuscular.
    Um sino toca, e não saber quem tange
    é como se este som nascesse do ar.

    (continua)

  • O que nós vemos das cousas são as cousas.
    Por que veríamos nós uma cousa se houvesse outra?
    Por que é que ver e ouvir seria iludirmo-nos
    Se ver e ouvir são ver e ouvir?

    (continua)

  • Aqui está minha vida — esta areia tão clara
    com desenhos de andar dedicados ao vento.

    Aqui está minha voz — esta concha vazia,
    sombra de som curtindo o seu próprio lamento.

    (continua)

  • “Se te comparo a um dia de verão
    És por certo mais belo e mais ameno
    O vento espalha as folhas pelo chão
    E o tempo do verão é bem pequeno.

    (continua)

  •      Do lindo mito ao poema: Eros e Psique (Presença, 1934), do mestre Fernando Pessoa. De um poeta com várias personas, certamente este poema é uma das chaves pra compreendê-lo. A leitura é da Maria Bethania, no documentário Palavra (En)cantada.

  • "O meu olhar é nítido como um girassol.
    Tenho o costume de andar pelas estradas
    Olhando para a direita e para a esquerda,
    E de, vez em quando olhando para trás…
    E o que vejo a cada momento...
    (continua)

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