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  • "Um homem demora muito tempo a fazer-se.
    Não somos como aqueles passaritos que se soltam na imensidão dos céus
    Pouco tempo depois de terem visto a luz.
    Trazemos em nós uma semente que demora a germinar,
    Que gasta nessa tarefa muitos anos de agitação e silêncio.
    (continua)

  • "Nem mesmo a assustadora simetria
    De quando caem os sonhos,
    Um a um assim cadenciados.
    Nem mesmo a metafísica
    Incompreensível e inaceitável
    (continua)

  • "Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
    Estendendo-me os braços, e seguros
    De que seria bom que eu os ouvisse
    Quando me dizem: "vem por aqui!"
    (continua)

  •       Esta poesia de Neruda é parte da fala de um personagem no filme 'O ponto de mutação', um belo filme!

    "O que uma lagosta tece lá embaixo com seus pés dourados?
    Respondo que o oceano sabe.
    Por quem a medusa espera em sua veste transparente?
    Está esperando pelo tempo, como tu.
    (continua)

  • "Não vás tão docilmente nessa noite linda;
    Que a velhice arda e brade ao término do dia;
    Clama, clama contra o apagar da luz que finda.
    Embora o sábio entenda que a treva é bem-vinda
    (continua)

  • "A gente precisa de pouca coisa
    pra viver feliz e sossegado.
    Um barco a vela um fogão de lenha
    e uma cama limpa pra deitar
    quando se está cansado.
    Muita gente nesse mundo
    preferia estar despreocupado...
    (continua)

  •    "Um pouco da da beleza viva do texto-trama-poesia-doceria de Lília Diniz que canta nos seus textos-poemas-teatroantopológico, em plasma de pura aestesis semiológica, o doce-do-buriti, os extratos e estruturas, o seu povo, o povo da mata-de-transição amazônica...   (continua)

  • "Tarde sombria.
    Céu nublado.
    Mar agitado.
    Praia deserta.
    Vento sibila.
    Quero voar
    com o vento.
    (continua)

  • "O meu olhar é nítido como um girassol.
    Tenho o costume de andar pelas estradas
    Olhando para a direita e para a esquerda,
    E de vez em quando olhando para trás...
    E o que vejo a cada momento
    É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
    E eu sei dar por isso muito bem..."
    (continua)

  • "Seu Gonçalves, peço um favor:
    Facultar-me tua obra prima.
    A Canção do Exílio me inspirou,
    Pra eu tentar cá umas rimas.
    Tu falavas em palmeiras,
    Flores, campos, sabiás...
    (continua)

  • "Desde os tempos distantes de criança
    Numa força sem par do pensamento,
    Tem sentido infinito e resultante
    Do que sempre será meu sentimento;
    Todo teu, todo amor e encantamento,
    Vertente, resplendor e firmamento.
    Vive em tuas asas, todo o meu viver;
    (continua)

  • Para o início da primavera esta música encaixa como uma luva.
    Linda poesia e melodia. Recomendo ver o vídeo.


    Entre as prendas com que a natureza
    Alegrou este mundo onde há tanta tristeza
    A beleza das flores realça em primeiro lugar
    É um milagre do aroma florido
    Mais lindo que todas as graças do céu
    E até mesmo do mar

    (continua)

  • Cerca de grandes muros quem te sonhas.
    Depois, onde é visível o jardim
    Através do portão de grade dada,
    Põe quantas flores são as mais risonhas,
    Para que te conheçam só assim.
    Onde ninguém o vir não ponhas nada.

  • "Casa arrumada é assim:
    Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação
    e uma boa entrada de luz.
    Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico,
    um cenário de novela.
    (continua)
  •       Poesia pra começar!

         Começamos hoje a postar neste novo espaço, o Blog da Casa da Cultura Brasília. Pretendemos tratar aqui de artes, humor, família, música, filmes, livros, curiosidades, natureza, política, Brasília, arquitetura, fotografia, boas memórias, viagens, o amor e a própria vida, e muitas outras coisas. Serão conteúdos que possam ajudar a melhorar a vida e vê-la com um pouco mais de encantamento. Esperamos que gostem e participem!
          Abço a todos, Gilberto Godoy.

    "O mundo meu é pequeno, Senhor.
    Tem um rio e um pouco de árvores.
    Nossa casa foi feita de costas para o rio.
    Formigas recortam roseiras da avó.
    Nos fundos do quintal há um menino e suas latas maravilhosas.
    Todas as coisas deste lugar já estão comprometidas com aves.
    Aqui, se o horizonte enrubesce um pouco,
    os besouros pensam que estão no incêndio.
    Quando o rio está começando um peixe,
    Ele me coisa.
    Ele me rã.
    Ele me árvore.
    De tarde um velho tocará sua flauta para inverter
    os ocasos."

    Mundo pequeno - Manoel de Barros

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