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  •    Por Webster Franklin Da Carta Maior via blog Luis Nassif Online
      Para Samir Amin, estamos entrando em uma nova fase do capitalismo, uma etapa qualitativamente nova, caracterizada pela extraordinária centralização do capital, chegando a tal ponto que, hoje em dia, o capital monopólico controla absolutamente tudo.   (continua)

  •    O livro “Pai Rico, Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, é um sucesso de vendas no mundo todo. Muitos o classificam como um livro de “auto-ajuda” e, embora eu mesmo considere desnecessários muitos dos ensinamentos...   (continua)

  •    Caso o consumidor decida adquirir algum produto pela internet, alguns cuidados devem ser observados: 1. Preços muito baixos. Todos conhecemos o ditado, “que quando a esmola é grande, o santo desconfie”. A internet está cheia de casos em que o ditado popular é útil...   (continua)

  •    Digamos que você queira diminuir seus gastos mensais, seja para estancar um desequilíbrio financeiro, seja simplesmente para aumentar a poupança em busca de um desejado objetivo de consumo.   (continua)

  •    Segundo especialista, brasileiros geralmente não entendem a diferença entre poupar e investir, o que é essencial para quem quer ter as finanças saudáveis. Você sabe qual é a diferença entre poupar e investir? Para o planejador financeiro certificado (CFP) Janser Rojo, da Soma Invest, o brasileiro usa esses dois conceitos como se fossem sinônimos, e com isso acaba cometendo grandes erros na sua vida financeira.   (continua)

  •    A concentração no setor bancário americano chegou a níveis extremos. Há hoje 33% mais grandes bancos do que em 2000. De acordo com a Federal Deposit Insurance Corporation, foram 182 fusões e 107 consolidações por ano de 2001 a 2011. O resultado é que os cerca de 37 bancos importantes que existiam em 1990 hoje se resumem a quatro grandes: ...   (continua)

  •    Direitos sociais e trabalhistas duramente conquistados desde o início do século XX, especialmente depois do final do salazarismo e da ditadura militar grega estão sendo tragados a canetada. Estamos assistindo uma gigantesca regressão social. E agora na Espanha também. Seria cômico se não fosse trágico: o chamado "bom senso dos mercados financeiros"...   (continua)

  •    Chegar ao fim do ano com dívidas pode gerar angústia com a aproximação das festas e das pesadas despesas de início de ano. Veja a seguir o que fazer para se livrar das dívidas ou melhorar suas economias.   1. Forme uma reserva financeira se você é um “endividado controlado” - Ter dívida não é um problema. O crédito possibilita a ...   (continua)

  •    Enquanto ainda pipocam — com menos ímpeto, é verdade — contestações às ideias expostas em “O capital no século XXI”, o fenômeno editorial global acerca da desigualdade social e econômica promovida pelo capitalismo contemporâneo...   (continua)

  •       Assis Ribeiro da Carta Capital via André Siqueira - Luis Nassif Online

         Um fato interessante, e pouco observado, no Brasil dos últimos tempos é a movimentação interna na classe A, sem dúvida a categoria mais confusa, e cheia de nuances, dentro da barafunda que é o nosso sistema de estratificação social. Segundo o IBGE, basta afirmar ter renda superior a 5 mil reais mensais por pessoa para uma família se considerar no topo da escala. E eis aí, talvez, o maior fenômeno de inclusão deste País: para fins estatísticos, o dono de uma empreiteira figura na tabela ao lado de seus engenheiros ...   (continua)

  •       Da Carta Maior via Blog Luis Nassif Online

          Ninguém sabe ao certo o que vai predominar em 2012: se a lenta recuperação norte-americana, refletida numa queda de 9,6% para 8,5% do desemprego em 2011, ou o mergulho sem fim do sistema econômico europeu. O certo é que a busca por chão firme fará no comércio internacional um espaço de luta cada vez mais impiedoso. O mercado interno brasileiro é um dos mais cobiçados.   (continua)

  •    Enquanto todos ficam de olho na Europa, dados recentes mostram que economia chinesa continua desacelerando. As importações e exportações de produtos processados vem desacelerando bastante, em função da redução da atividade nas principais economias do globo. O consumo de energia desacelerou bastante, a exceção do setor de serviços. Tal consumo indica que PIB possa estar andando a 7 ou 6% aa.   (continua)

  •    Para os economistas Delfim Netto e Marcos Lisboa, êxito do segundo mandato depende da retomada da confiança entre governo e empresários. O desafio do segundo mandato de Dilma Rousseff passa inevitavelmente pela retomada da confiança entre governo e empresários, relação bastante abalada durante os primeiros quatro anos da gestão atual. Esse retorno da confiança mútua entre os dois lados pode fazer com que o investimento destrave e a economia brasileira volte a crescer.   (continua)

  •       Bruno de Pierro, no Brasilianas.org da Agência Dinheiro Vivo
         O crescimento de 7,5% do PIB em 2010, acompanhado da ampliação expressiva do mercado de consumo, que registrou alta de 7% do consumo das famílias no terceiro trimestre daquele ano, confirma o movimento de ascensão da nova classe média, incentivado por políticas que, nos últimos anos, tiraram milhares de famílias da miséria extrema e as possibilitaram acesso ao crédito. Para além do simples consumo, incentivos, como o do Bolsa Família, recuperaram a dignidade de brasileiros.   (continua)

  •    Na famosa peça de Pirandello, os habitantes de uma pacata cidade no interior da Itália têm a sua atenção despertada por três sobreviventes de um terremoto. O problema é que o parentesco que une os três não fica muito claro aos olhos e ouvidos das pessoas. As versões expostas causam enorme alvoroço entre os moradores. Todos desejam saber qual é a verdade, mas como descobri-la, se as coisas se apresentam não como são, mas como parecem ser? Ao final, a busca da verdade se torna invasiva e cruel.   (continua)

  •    Por Fernando Ferrari Filho e Octavio A. C. Conceição do Valor

       Em 2014, mais especificamente em julho, comemoram-se os 20 anos do Plano Real, o mais bem sucedido plano de estabilização monetária. Ao longo desse período, a inflação média, até março de 2014, foi da ordem de 7,4% ao ano. Se o resultado inflacionário merece comemorações, principalmente quando antes do plano a inflação mensal era da ordem de 85%...   (continua)

  •    Robert Shiller é professor de economia na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Vencedor do Nobel de Economia afirmou em entrevista para o El País que o aumento de preços de imóveis no país "é excessivo". Quando ele veio ao país para um evento em agosto do ano passado, disse que apesar das pessoas gostarem de pensar que o aumento de preços "é sólido e estável", não há justificativa para tanto entusiasmo.   (continua)

  •      Um vídeo mostra o que é possível comprar de diferentes alimentos em vários países do mundo. Claro que um dado muito importante seria o de quanto tempo demoraria em reunir essa quantidade de dinheiro nos países em questão.

       Fonte: Huff Post.

  •    Insatisfação era esperada em uma China mais urbanizada, mais rica e com mais acesso à informação. O FMI previu na semana passada que o PIB da China deverá crescer ao redor de 7,5% este ano e de 7,3% em 2015, repetindo, portanto, nível próximo dos 7,7% de expansão registrado em 2012 e em 2013. A estas taxas de variação, a economia chinesa cresce por ano, hoje, praticamente a metade do extraordinário resultado alcançado em 2007, um ano antes da crise financeira dos "sub primes" nos Estados Unidos.   (continua)

  •      A mesma agência que rebaixou a nota do Brasil na segunda-feira havia elevado o país em novembro de 2011 em meio à crise que abalava a economia europeia. O que mudou de lá para cá? Muita coisa. É mais eficiente corrigir os erros do que atacar a agência, até porque o governo comemorou quando a nota subiu, dizendo que ela "evidenciava o sucesso da gestão da economia brasileira". As contas públicas pioraram, mas o pior fato que ocorreu foi a perda de consistência dos indicadores pela contabilidade criativa. Ontem, a Standard & Poor's apontou a crise do setor elétrico como uma das razões para o rebaixamento. De fato, ela mostrou vários problemas: intervencionismo, mudança de regras, preços definidos por razões eleitoreiras.   (continua)

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