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  •    Onde surgiram os jornais? E por quê? E como nós, jornalistas, ficamos tão malafamados? O crédito da inovação é geralmente concedido aos italianos de Veneza, no século XVI. O governo local decidiu publicar um jornal para manter os cidadãos a par dos...   (continua)

  •    “O sapo não pula por boniteza, mas por precisão.” (Dito popular)
       Não existe redação de jornal ou revista em que não haja jornalistas que lá chegaram porque, tendo “jeito para escrever”, em algum momento sonharam tornar-se escritores.   (continua)

  •    WK via Luis Nassif Online

       Tem no Brasil 247 um artigo de Laurez Cerqueira bem interessante sobre o que anda acontecendo com os jornalões pelo Brasil e pelo mundo. Ele comenta sobre a queda de audiência e de tiragens das diversas formas de imprensa existentes no Brasil e onde o cidadão se informa. O que me chama a atenção é que esses grandes veículos até hoje não aprenderam nadica de nada e insistem em não querer aprender, apesar de inúmeros cavalos selados passarem à sua frente. Vejamos:   (continua)

  •      O jornalismo está sendo colocado diante de um novo e pra lá de complexo dilema. Trata-se do delicado problema da gestão de reputações pessoais e institucionais na internet, uma área da comunicação pública que passou a ser considerada estratégica pelos principais organismos de segurança de nações, como os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra. [Estes países formam a Five Eyes Alliance (Aliança dos Cinco Olhos).    (continua)

  •       Leandro Fortes da Carta Capital

         Taí um estudo de caso interessantíssimo sobre o atual jornalismo brasileiro: um artigo censurado por não ter obedecido regras básicas de apuração (?) ao comentar o que todo mundo sabia, as 200 ligações telefônicas entre Policarpo Junior, da Veja, e o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Mais curioso é o pedido de desculpas matreiro do jornalista Jorge Moreno, titular da Rádio Moreno. Raposa velha, Moreno resigna-se à censura, mortifica-se em um mea culpa teatral, mas não deixa de nomear o censor, o jornalista Ascânio Selene, diretor de redação de O Globo.   (continua)

  •       O jornalista Ivan Lessa, articulista da BBC Brasil afirmou que a capa do diário carioca O Dia em homenagem póstuma ao humorista Chico Anysio entrou para a história do jornalismo. De acordo com o colunista, a edição do jornal que foi para as bancas no último sábado, 24, um dia após a morte do artista, está no ranking das dez melhores “primeiras páginas” de uma publicação impressa.
         A afirmação de Lessa foi ao ar na tarde desta terça-feira, 27, no site da BBC Brasil. No texto, o jornalista avalia que Chico merecia a homenagem e que a redação do jornal foi simples, porém muito criativa, para colocar a manchete “Morreram Chico Anysio”, com diversas fotos do humorista caratecterizado pelos seus principais personagens. O colunista publicou que O Dia foi “genial”.  (continua)

  •      Cleyton Carlos Torres do Observatório de Imprensa

         No impresso, ainda há quem afirme que a capa do jornal é para quem o compra; já seu interior é para quem o lê. E o digital? A “capa” dos jornais digitais já parece não ter tanta importância. A home principal de grandes veículos e portais talvez perca um pouco de sentido em um mundo tão conectado, com ligações nos mais diferentes ambientes. Ao mesmo tempo em que estamos em um único lugar, estamos em todos.   (continua)

  •       Leandro Fortes - Carta Capital

         As relações arcaicas que ainda prevalecem nas redações brasileiras, sobretudo naquelas ancoradas nos oligopólios familiares de mídia, revelam um terrível processo de adaptação às novas tecnologias no qual, embora as empresas usufruam largamente de suas interfaces comerciais, estabeleceu-se um padrão de interdição ideológica dos jornalistas. Isso significa que a adequação de rotinas e produtos da mídia ao que há de mais moderno e inovador no mercado de informática tem, simplesmente, servido para coibir e neutralizar a natureza política da atividade jornalística no Brasil.

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