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  •      Ninguém duvida que o Youtube transformou-se numa ferramenta que pode causar grande reboliço. Lá a gente encontra de tudo: musicas, publicidade, programas, denúncia, eleições etc. Muitos destes clipes, inclusive feitos por gente comum, converteram-se em um clássico da rede, atingindo milhões de reproduções em todo mundo. Neste contexto é que mostramos os 10 mais vistos em 2012.
     

  •      A Banda Di Boresti já faz parte do cenário musical da capital e é conhecida pelas boas apresentações em casas noturnas e shows de alto nível. Agora amplia o trabalho para todo o país. Eles vão gravar um DVD na próxima semana, que marca o aniversário do saudoso Renato Russo, para quem a banda fez uma versão de uma de suas músicas: "Tempo Perdido".   (continua)

     

  •      Depois de fazer parte das preocupações de importantes sociólogos clássicos, tais como Weber e Simmel, o tema da cidade volta ao centro das discussões na sociedade contemporânea. O espaço urbano é o cenário por excelência da vida pública, do trabalho, da geração de renda e riqueza, da produção e do consumo, mas também das aglomerações, do desconhecido, do caos, dos medos visíveis e invisíveis. Atualmente, muitos estudiosos têm voltado sua atenção para a análise do fenômeno urbano, entre eles, um dos mais producentes da atualidade: Zygmunt Bauman.   (Continua)

  •        Bruno de Pierro 

          A responsabilidade geralmente atribuída aos pais, durante o período em que os filhos freqüentam a escola, é basicamente o de acompanhar o processo de aprendizagem. É, portanto, função dos pais verificar se a criança anda fazendo a lição de casa e a incentivar a estudar cada vez mais. Somado a isso, espera-se que os adultos freqüentem regularmente as reuniões de pais e mestres e mantenham certo contato com os professores.   (continua)

  •    Era o elemento que faltava para completar o pacote ecologicamente correto do estereótipo do povo de Seattle. Além de fazer reciclagem, comprar produtos orgânicos produzidos localmente e trocar o carro pelo transporte público, o típico morador de Seattle também simplifica a vida praticando o “downsizing”.   (continua)

  •    “Decifra-me ou devoro-te!” O eco do desafio mitológico da esfinge de Tebas acompanha a divulgação das sondagens eleitorais. Na etapa final da campanha, não existem enigmas difíceis: a trajetória das intenções de voto diz tudo o que importa. Contudo, nas etapas prévias, o panorama é mais complexo. Os analistas têm destacado as informações sobre a vontade de mudança do eleitorado e os índices de rejeição da presidente que busca a reeleição. São dados relevantes na equação, mas não deveriam obscurecer um outro, que configura um paradoxo:   (continua)

  •    Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a...   (continua)


  •      Quando a Criatividade e a responsabilidade social se unem, o resultado é visível aos olhos de todos. A última campanha da Born Free choca e consegue criar o efeito de alerta para a problemática crescente da destruição dos Habitats Selvagens.  (continua)

  •    Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois...   (continua)

  •      Nesta terça-feira, 10/12, será celebrado mais um aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 1948, pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Por assinalar a fase de internacionalização dos direitos humanos e interferir na elaboração de dezenas de tratados e convenções, a Declaração é um marco na história da luta pela efetivação dos direitos humanos em todo o mundo.   (continua)

  •    Um lindo Pouso no Aeroporto Santos Dumont localizado na região central do Rio, com visão dos morros do Rio, do Pão de Açucar e da Baía de Guanabara. Merecia uma música do Tom Jobim de fundo.

         Fonte: Youtube

  •      Nas assembleias estudantis e de movimentos sociais, nos anos 1970, 80 e 90, havia um ritual de "chamada" dos nomes dos que não estavam mais vivos e todos respondiam "presente!" como se todos ali fossem aquele que não estava mais. Geralmente tinham sido assassinados, em ação ou em sessões de tortura. A vida que havia se dado pela causa de todos era resgatada na vida de cada um e, coletivamente, com aquele gesto mostrávamos que aquela pessoa continuava a viver em nós.  (continua)

  •        O Google conseguiu estender o território do capitalismo para a própria língua, fazer das palavras uma mercadoria e fundar um modelo comercial inacreditavelmente lucrativo. Quando propõe correções a uma palavra que escrevemos errado ele transforma um material sem grande valor em um recurso econômico rentável. Não é incrível?

           Por Frédéric Kaplan - Do Le Monde Diplomatique
         A história do Google se baseia em dois algoritmos: um, que permite encontrar páginas que respondam a certas palavras, tornou-o popular; o outro, que atribui a essas palavras um valor de mercado, tornou-o rico.   (continua)

  •    Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o desenvolvimento de um lugar nem sempre se mede pela quantidade de pessoas, mercado de trabalho ou número de ruas. O Distrito Federal é o primeiro colocado no ranking de unidades da federação, seguido por São Paulo e Santa Catarina. Em verdade, esta lista revela alguns novos números de um velho problema: a desigualdade.  (continua)

  • Grande música.
     
    "Nunca me pergunte porque
    Eu nunca digo adeus a meu amor
    É compreensível
    Está em toda parte com meu amor
    E meu amor faz tudo muito bem..."
  •      Do Valor Econômico - Nakano vê mais dez anos de recessão no mundo.

         A recessão mundial vai se prolongar ao menos por mais dez anos, avalia o economista Yoshiaki Nakano, diretor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), para quem a atuação do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu (BCE) é focada apenas na resolução dos problemas financeiros, ignorando o crescimento econômico e, em especial, o crescente desemprego.

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