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  •    Ainda que instalados plenamente no século XXI, nossa condição humana coletiva arrasta perguntas que parecem não ter solução definitiva: a realidade é real? A liberdade existe? Será mesmo possível perceber algo objetivamente?   (continua)

  •    Alva Noë é um filósofo e professor universitário. O foco principal de sua obra é a teoria da percepção e da consciência. Além desses problemas na dita ciência cognitiva e a filosofia da mente, ele está interessado na fenomenologia, a teoria da arte, Wittgenstein, e as origens da filosofia analítica.

  • “Mas e  a vida? A vida é etc... o correr da vida embrulha tudo.
    O que ela quer da gente é coragem! Vivendo se aprende. Mais?
    É só fazer outras maiores perguntas porque
    Aprender a viver é que é o viver mesmo.”
    ​João Guimarães Rosa

  •    Grande parte das dificuldades matématicas dos alunos deve-se a incapacidade deles compreenderem os enunciados dos problemas ou das atividades propostas em sala de aula, isto porque o nível de aprendizagem de Língua Portuguesa é baixo. As avaliações, feitas na últimas décadas, apontam que pouco mais de um quarto dos alunos conseguem compreender o que leem.   (continua)

  •      René Girard, nascido em Avignon, França (25 de dezembro de 1923). Formou-se em Filosofia,(1941), conclui sua pós-graduação em História (1947) como arquivista paleógrafo, com tese “ vida privada de Avignon na segunda metade do século XIX”, na École Nationale des Chartes, Paris. Conseguira seu PHD na Indiana University (1950), com a tese “A opinião americana sobre a França, 1940-1943”.   (continua)

  •    Em nosso mundo, não há natureza das coisas, entende-se que tudo seja uma construção social. Delírio puro. Prefiro os antigos, justamente por perceberem que são os limites que nos humanizam, e não o desejo sem limites. Os inteligentinhos dirão coisas como "conservador!". Mas a vida segue, o mundo se acabará um dia, e os inteligentinhos dirão, em seu último grito de agonia, "opressão!".   (continua)

  •    O cientista estadunidense Robert Lanza afirma que tem provas definitivas para confirmar que a vida após a morte existe e que de fato a morte, por sua vez, não existe da maneira em a que a percebemos. Após a morte de seu velho amigo Michele Besso, Albert Einstein disse: - "Agora Besso se foi deste estranho mundo um pouco adiante de mim. Isso não significa nada. Gente como nós...   (continua)

  •    Um excelente documentário sobre autoconhecimento, busca da felicidade e o sentido da vida. Foram entrevistadas trinta pessoas, incluindo líderes espirituais, filósofos, intelectuais, artistas, esportistas etc. Traz uma reflexão contemporânea sobre estas questões tão importantes para a consciência de quem somos nós nesse universo extraordinário. O depoimento dessas pessoas, a experiência deles pode ser útil para alguns.   (continua)

  •    A vida em sociedade e as consequentes inter-relações pessoais exigem a formulação de regras de conduta que disciplinem a interação entre as pessoas, tem o objetivo de alcançar o bem comum, a paz e a organização social. Tais regras, chamadas normas éticas ou de conduta, podem ser de natureza moral, religiosa e jurídica.   (continua)

  •    Punir os excessos do mal, mas não eliminar a causa. Esse é o destino da Ética no discurso pós-moderno repleto de palavras mágicas como "responsabilidade", "transparência", "sinceridade" etc. De ciência da moral que buscava as bases racionais da Verdade e do Bem, hoje a Ética é absorvida pelo subjetivismo, relativismo e fragmentação.   (continua)

  •    E se Deus tivesse falado: “Para de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti. Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e...   (continua)

  •    O tema da redenção me encanta há muitos anos. Sou um descrente encantado com a tradição bíblica. Para almas apressadas, pode parecer uma contradição. Prefiro ver como uma espécie de pequena modéstia diante de tamanha beleza contida nas temáticas bíblicas.   (continua)

  •    Neste segundo texto "Para que serve a filosofia", conferimos conselhos essenciais de grandes sábios. Lembre-se de que vai morrer! Montaigne disse que quando queria lidar com o medo da morte recorria a Sêneca. Não por acaso. Ninguém se deteve de forma tão profunda e...   (continua)

  •    O filósofo e matemático do século XVII, Blaise Pascal, atualmente tem certa popularidade na Internet, particularmente na era do Twitter onde algumas de suas frases são muito retuitadas. Uma que é muito citada por escritores e filósofos como sintoma...   (continua)

  •    Ao longo dos séculos, monges, padres, lamas e santos adotaram a meditação como caminho para encontrar Deus. Hoje, cada dia mais gente descobre nessa prática a chave para enfrentar o cotidiano com mais equilíbrio e vitalidade.   (continua)

  •    Em lógica, um argumento pode não ser válido ainda que a conclusão seja verdadeira, e pode ser válido ainda que a conclusão seja falsa. São conceitos confusos, e a gente pode ser enganada facilmente quando a validade de um argumento e a credibilidade não coincidem, sobretudo no caso de...   (continua)

  •    Se você pudesse planejar como sua vida terminará – suas últimas semanas, dias, horas e minutos –, o que escolheria? Iria, por exemplo, ficar em boa forma até o último momento, para então ir rapidamente? Muitas pessoas dizem que...   (continua)

  •    A filosofia existe para que as pessoas possam viver melhor. Sofrer menos. Lidar melhor com as adversidades. Enfrentar serenamente o perpétuo vai-e-vem de elevações e quedas, para citar uma grande frase de um filósofo da Antiguidade. A missão essencial da filosofia é...   (continua)

  •    Uma definição precisa do termo "filosofia" é impraticável. Tentar formulá-la poderia, ao menos de início, gerar equívocos. Com alguma espirituosidade, alguém poderia defini-la como "tudo e nada, tudo ou nada...". Melhor dizendo, a filosofia difere das ciências especiais na...   (continua)

  •    Interpretar as coisas, pensá-las, é uma espécie de doença dos intelectuais. Doença ou vício - como quis alguém - que se transforma em hábito, minando-lhes o modo de ser e roendo-lhes a capacidade primária de considerar as coisas com seus aspectos mais simples, elementares.   (continua)

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