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  •    "Raimund Gregorius é um homem culto, professor de línguas clássicas. Um dia se levanta durante uma aula e sai da sala. Assustado com a súbita consciência do tempo que se esvai, deixa para trás sua rotina bem organizada e pega o trem noturno para Lisboa. Na bagagem, leva um livro do português...   (continua)

  •    Os 100 melhores livros da literatura mundial, em todos os gêneros e de todos os tempos. As obras foram escolhidas a partir da importância para a humanidade e para a literatura mundial. Muitas, de semelhante valor literário e histórico, foram deixadas de lado neste momento mas serão contempladas...   (continua)

  •    Sabe-se muito pouco sobre a vida de Shakespeare, e ninguém pode dizer ao certo o que é verdade ou invenção no pouco que se sabe. Encontrei o livro numa livraria de língua inglesa em Munich. O título era irresistível: “Nabokov’s Shakespeare”. O William Shakespeare de Vladimir Nabokov!   (continua)

  •    O livro Todos os homens são mortais, de Simone de Beauvoir, conta a história de Fosca, rei de Carmona, personagem nascido no ano de 1279 (séc. XIII), que em uma situação de angustia - seu reino estava sendo ameaçado pelos genoveses - bebe o remédio da imortalidade, que, ao contrário do que...   (continua)

  •    "Aprendi a ler aos cinco anos, em sala de aula do Frei Justiniano no Colégio La Salle, em Cochabamba (Bolívia). É a coisa mais importante que aconteceu em minha vida. Quase 70 anos depois, recordo, com nitidez, como a magia de traduzir as palavras dos livros em imagens...    (continua)

  •      Um dos mais polêmicos e profícuos pensadores da atualidade, Lipovetsky dedica-se a estudar o universo de consumo e o comportamento dos indivíduos na contemporaneidade desde seu A era do vazio, de 1983. Em A felicidade paradoxal, esse estudo chega a seu ápice, no que poderia ser chamada uma pequena história do consumo privado atual.    (continua)

  •    Em 2012 o escritor Rubem Alves resolveu parar de escrever seus artigos nas páginas da Folha de S. Paulo – por decisão própria. Deu até chamada de capa.  “A velhice é o tempo do cansaço de todas as coisas. Estou velho. Estou cansado. Já escrevi muito. Mas, agora, meus...   (continua)

  •    Elisabeth Kübler-Ross, médica, é a mulher que mudou a maneira como o mundo pensava sobre a morte e o morrer. Através de seus vários livros e muitos anos de trabalho com crianças, pacientes de AIDS e idosos portadores de doenças fatais, Kübler-Ross trouxe consolo e...   (continua)
     

  •    Mais de 500 obras literárias estão disponíveis para download gratuito no portal Universia Brasil. As obras são dos mais variados estilos: há desde biografias de cineastas até textos científicos sobre comunicação, passando, claro, por grandes clássicos da literatura.   (continua)

  •    Era uma vez uma andorinha que ficou para trás durante a migração anual por conta de um amor que não deu certo. Ela encontrou a estátua do príncipe feliz, coberta de ouro, com olhos de safira e um grande rubi enfeitando sua espada. A estátua encerrava a alma de um príncipe taciturno e um...   (continua)

  •    Conta a lenda que Cronos se viu atraído fortemente pela bela Filira e, para tê-la, precisou se transformar em um cavalo para fugir da desconfiança de sua mulher, a deusa Réia. Da união desse amor proibido nasceu um menino, metade homem, metade cavalo.   (continua)

  •    A solidão tem muito com a vida e muito com a morte. Os mortos estão sós e são abandonados. Devem estar dormindo profundamente, como disse Manuel Bandeira. Por algum tempo eles detêm toda a nossa atenção, mas são em seguida abandonados. E esquecidos.   (continua)

  •    Em um mundo que passa por uma recente crise econômica e algumas rachaduras no capitalismo, o historiador Eric Hobsbawm, um dos maiores defensores do socialismo, apresenta uma série de ensaios autorais sobre o marxismo, escritos ao longo dos últimos 50 anos, constituindo um...   (continua)

  •    Shakespeare é um convite a descoberta de um mundo peculiar, complexo, cheio de mistérios e com um fundo psicológico espantoso. Entender o ser humano em suas particularidades, fraquezas, forças, seus gozos e angústias é, no fundo, tentar entender a nós mesmos. Um caminho que vale a pena! (continua)

  •    No último dia 12 de julho, a livraria Travessa do Leblon recebeu o evento de lançamento do livro “O Mundo é Um Palco”, organizado pela equipe de Liana Leão, professora do Departamento de Letras da UFPR. O volume faz parte das celebrações dos 400 anos da morte de William Shakespeare e...   (continua)

  •    Presente à Flip deste ano, o economista discutiu a atualidade da obra de Shakespeare e o que ela tem a dizer sobre as manipulações políticas e a crise brasileira. Leia entrevista em post completo.   (continua)

  •    Miguel de Cervantes e Willian Shakespeare ajudaram a delinear a arte que temos hoje, cada um ao seu modo. Viveram ao mesmo tempo e, há 400 anos, morreram com poucos dias de diferença, ambos em 1616.   (continua)

  •    Desde o primeiro aninho, ainda no colo da mãe, a criança deve entrar em contato com o livro. É preciso que a criança toque no livro, folheio-o, cheire-o. Atualmente há milhares de livros maravilhosos, atraentes, encantadores bem ao gosto de cada etapa infantil. Estão se multiplicando também  os escritores de literatura infantil.   (continua)

  •    O título do livro que Luís Flávio Sapori e Gláucio Ary Dillon Soares lançam hoje em Belo Horizonte, pela Autêntica e Editora PUC Minas, é uma pergunta: 'Por que cresce a violência no Brasil?'. Uma indagação que, em tempos pós-eleição, se torna bastante relevante. Sempre percebida pelos cidadãos como uma das maiores preocupações no dia a dia, a violência fez parte dos debates eleitorais com muitas propostas e dados, mas o tema não foi esgotado. O propósito do livro é exatamente criar uma base de informações confiáveis e análises que permitam ao leitor compreender esse complexo fenômeno social.   (continua)

  •    A grande maioria dos escritores encontra dificuldades para a publicação de seus livros. A primeira é financeira. As editoras têm um alto custo, muitas vezes, fora do alcance das possibilidades econômicas do escritor. Torna-se difícil conseguir patrocínio. Outra dificuldade é a venda dos livros. Os escritores do interior do Estado, afastados dos grandes centros, se deparam com barreiras instransponíveis.   (continua)

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