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  •    Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV. Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para...   (continua)

  •    Impunidade. Esse é um dos maiores traços de união entre o Brasil de ontem e o Brasil de hoje. Em 1549, o velho Tomé de Souza, ao instalar o governo geral, deu forte demonstração de sua autoridade.   (continua)

  •     Bruno Lima Rocha via blog do Noblat
       O noticiário brasileiro é uma aula de economia política. Se analisarmos o modus operandi dos líderes de oligopólios (como telecomunicações, construção civil, serviços públicos terceirizados, dentre outros), veremos conceitos...   (continua)

  •       “O poder político é um jogo social. Neste jogo, nunca é demais repetir, não se julgam os atos pelas intenções mas pelos efeitos. Você deve aprender a julgar todas as coisas pelo preço que terá que pagar por elas. Use este critério para tudo, inclusive para saber se deve colaborar com outras pessoas ou correr em seu auxílio. Afinal, a vida é curta, as oportunidades são poucas, e sua energia tem limite. Neste sentido, o tempo é tão importante quanto qualquer outro fator. Não desperdice tempo valioso ou paz de espírito..."   (continua)

  •    Excelente fala do Mia Couto. "A guerra fria esfriou, mas o maniqueísmo que a sustentava não acabou, inventando rapidamente outras geografias do medo à oriente e ocidente. E porque se trata de entidades demoníacas, não basta mais intervenções com a moral de uma nação. Precisamos de intervenção com legitimidade divina...   (continua)

  •    Como os “donos do poder” procedem a manipulação e o controle da opinião pública? A chamada Psicologia Política sabe bem sobre estas estratégias muito utilizadas atualmente. Algumas publicações atribuem este texto a Chomsky. Um tema polêmico. Estejamos atentos! Aqui vai um resumo:   (continua)

  •  'Esta eleição tem sido dominada por medo e raiva', diz o psicólogo Gilberto Godoy, presidente da comissão de ética do Conselho Regional de Psicologia do DF; leia entrevista completa no link abaixo. Faltando poucos dias para o segundo turno das eleições de 2018, sentimentos negativos se acumulam na vida dos eleitores – qualquer que seja a posição ideológica. A pesquisa Datafolha do último dia 2 de outubro confirmou, em números, a impressão gerada pelas redes sociais, pelas conversas de bar e até pelos já temidos "grupos da família".   (continua)
    Link do G1:
    https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2018/10/14/eleicao-tem-sido-dominada-por-medo-e-raiva-diz-psicologo-leia-entrevista.ghtml

  • "Ainda que tenhamos aprendido com Maquiavel a ver a política como ela é, não podemos não nos indignar."
       Em 1992, quando George Bush, considerado imbatível pelo sucesso na política externa, foi derrotado por Bill Clinton, que teria se mostrado mais apto a gerir uma economia estagnada, James Carville, assessor-chefe de marketing do democrata, sentenciou: “É a economia, estúpido!” A partir daí...   (continua)

  •       Por Marco Antonio L. do jornal O Dia

         Há dinheiro mas faltam projetos para as cidades. Levantamento aponta que há R$ 60 bilhões para mobilidade urbana no País até 2016, mas muitas prefeituras não têm planos consistentes, segundo especialistas.   (continua)

  •      Blog Nassif Online
       Em tempos lentos, pré-Internet, fenômenos como os do Movimento do Passe Livre levarim anos para serem interpretados, para que se levantassem os nós nas cabeças tradicionais, os cortes na realidade política. A Internet e as redes sociais permitem um balanço da perplexidade em tempo real.   (continua)

  •    As semelhanças entre a obra do dramaturgo e a crise política. Por todo o mundo, registram-se comemorações pelos 400 anos da morte de William Shakespeare, completados neste 23 de abril, e não pode haver outro tema nesses eventos que a atualidade dessa obra, uma espécie de “escritura secular”, particularmente completa quando se trata de intrigas, maquinações, virtudes e desatinos dos homens públicos.   (continua)

  •    Não passa deste mês a decisão da Câmara dos Deputados de autorizar ou não a abertura do processo de afastamento da presidente Dilma do palácio do Planalto. Autorizado o impeachment, caberá ao Senado a palavra final, sendo que nos 180 dias entre a manifestação dos deputados e a dos senadores, sob a direção do presidente do Supremo Tribunal Federal...   (continua)

  •    Por Gabriela Valente, Cássia Almeida e Efrém Ribeiro, O Globo

       A crise econômica bateu em cheio na renda dos brasileiros e, pela primeira vez desde 2010, fez o país cair no ranking de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas (ONU). ... O Brasil passou da 74ª posição para 75ª numa lista de 188 nações que são classificadas com base em três indicadores: saúde, educação e renda. Juntos, esses três fatores são combinados para compor o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que varia de zero a 1.    (continua)

  •    Em 2015 o País enfrenta a sua pior vrise desde 1990. O Estadão publica uma série com cinco capítulos explicando os motivos que levaram a economia a entrar nesta recessão em aprofundamento. Confira no link abaixo:

    http://infograficos.estadao.com.br/economia/por-que-o-brasil-parou/

  •    Há gente experta na política a vaticinar que o Brasil só escapará da encalacrada atual depois de esborrachar-se no muro. Não bastaria antever a aproximação do armagedom para mudar de rota. Seria preciso experimentá-lo. Souvarine, o sabotador anarquista do "Germinal" de Zola, era um esteta do gênero: "Ateiem fogo aos quatro cantos das cidades, ceifem os povos, arrasem tudo e, quando nada mais sobrar deste mundo podre, talvez surja dele um melhor", dizia e praticava.   (continua)

  •    Mais uma ideia original. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência produz em série. Está em planejamento, por exemplo, um aplicativo em que os portadores de celular tanto poderão receber as novidades governamentais, como enviar ao Planalto suas opiniões sobre o governo e a presidente. Consideradas as sondagens da opinião pública sobre Dilma e seu atual mandato, constata-se que a adesão da ... (continua)

  •    Com recessão, apagão, seca e petrolão, é normal ficarmos obcecados pelos problemas domésticos. Mas é importante nesse tipo de situação olhar o que ocorre no mundo para ter visão mais clara de como tratar esses emaranhados de crises imediatas. A Grécia, que, por décadas, manteve políticas pro,tecionistas, regulação restritiva, elevação de gasto público e de endividamento mais uma vez entrou em crise e agora pede perdão de dívidas e autorização para gastar mais para aliviar o sofrimento da população.   (continua)

  •    Neste início de fevereiro, três ruínas combinaram de se encontrar em um país chamado Brasil. Sejamos absolutamente francos: o Brasil é uma ruína (ou, na melhor das hipóteses, está uma ruína). Um país na iminência do racionamento de água e de energia elétrica encontra-se em estado falimentar. Mas, se fosse apenas uma crise hídrica e/ou energética, ainda dava para acreditar que Deus, tido como cidadão brasileiro, daria um jeito, mandando chuva suficiente para abastecer os reservatórios.   (continua)

  •    Impressionado com a guinada à direita do governo Dilma (1) lembrei-me do economista Paul Krugman e sua coluna sobre os “libertários” estadunidenses norte-americanos (2). Krugman referia-se a um artigo na revista Times, escrito por Robert Draper, que identificou o “libertarianismo” com economia de mercado e visão social permissiva: todo o poder ao capital e o povo que se vire.   (continua)

  •    Em meio a sofrida vitória da Dilma, a esquerda sofreu duros reveses. A própria vitória apertada é um chamado de atenção, que tem que recair sobretudo na falta de democratização dos meios de comunicação, erro fundamental do governo, que quase leva ao fim do ciclo de governos progressistas no Brasil.   (continua)

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