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  •    A cada dia que passa a gente descobre coisas incríveis. A natureza é realmente incrível! Existe uma espécie de palmeira de porte magro e alto (ela cresce até 25 metros de altura), com raízes aéreas incomuns, na forma de cone aberto, que conferem a Socratea exorrhiza, uma palmeira...   (continua)

  •      Segundo o climatologista Ricardo Augusto Felício , da USP, o aquecimento global não existe ,bem como a camada de ozônio, a influência do desmatamento, o aumento do volume dos oceanos, a importância da floresta amazônica e outros temas tão discutidos nas duas últimas décadas... segundo ele, esses fenômenos são cíclicos. Vejam o vídeo e tirem suas conclusões.   (continua)

  •    Maria Fernanda Ziegler, iG São Paulo
       Embora não sejam comuns no Brasil, os terremotos não são impossíveis de acontecer por aqui. Além disto, estudos geológicos mostram que há maior probabilidade de que os abalos ocorram em áreas mais populosas e com maior potencial de danos, como a região Sudeste e o Ceará. Essa é a tese defendida pelo...   (continua)
  •    O cerrado deve muito à ciência. Foi ela que moldou seu presente e poderá garantir seu futuro. Graças ao trabalho de cientistas – melhorando espécies, modificando a terra e criando novos métodos de cultivo, por exemplo –, essa imensa savana de solos pobres e sujeita a...   (continua)

  •    Quem já viu a chuvarada na época das águas sabe que enfrentar uma tempestade de granizo é atitude de gente que não tem amor a vida. Algo mais ou menos parecido com o que é mostrado neste vídeo, que foi gravado em 2015 em Maroochydore, Queensland, na Austrália. O responsável pelo vídeo conta que ...    (continua)

  •    "Toda a minha obra é Inspirada na Mata Atlantica".  Tom Jobim

  •    Se alguma vez perguntou como seriam os raios a câmera lenta, bem lenta, hoje é seu dia de sorte. Vladislav Mazur e Tom A. Warner mostram um raio negativo nuvem-terra capturado em 7.207 imagens por segundo.   (continua)

  •    "Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul. Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao...   (continua)

  •    Quem mora ou esteve em Campinas na semana passada não vai querer ver este post. Lá ocorreu um fenômeno deste tipo que deixou um rastro de destruição. É a mãe natureza e suas leis que são mais fortes do que nós.   (continua)

  •    O desastre socioambiental causado pela mineradora Samarco (Vale, antes ‘Vale do Rio Doce’ e BHP Billiton) com o rompimento de suas barragens de rejeitos de minério no município de Mariana, em Minas Gerais, é um dos maiores na história do país. A área afetada ultrapassa os 600 Km, chegando inclusive ao Oceano Atlântico.   (continua)

  •      Os maias não previram o fim do mundo. Segundo a ciência, nenhum planeta errante ou alinhamento cósmico vai acabar com Terra no dia 21 de dezembro. Mesmo assim, a humanidade vive em permanente risco. O planeta Terra existe há 4,6 bilhões de anos. Os primeiros sinais de vida surgiram há 3,8 bilhões, quando bactérias primitivas começaram a se formar a partir de rudimentares moléculas orgânicas. Dali em diante, por meio do processo de seleção natural, surgiram numerosas outras espécies de seres vivos, que transformaram o planeta outrora estéril em uma Terra cheia de vida.    (continua)

  •        Leslie Kaufman - The New York Times

          No Parque Nacional de Yellowstone, os copos transparentes e talheres brancos de plástico não são o lixo típico de uma lanchonete. Feitos de plásticos a base de plantas, eles se dissolvem como mágica quando aquecidos por mais de alguns minutos. No Ecco, um restaurante popular em Atlanta, os garçons não raspam mais os restos de comida dentro do lixo. Eles são jogados em cilindros de 18 litros e levados para uma pilha de compostagem nos fundos.   (continua)

  •       O desmatamento da Amazônia provocou a extinção de 26 espécies de animais e plantas até 2006, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

         No mesmo período, outras 644 espécies entraram na lista de animais e plantas ameaçados de extinção. Das 26 espécies extintas, dez estão na parte brasileira da floresta amazônica. Entre as espécies ameaçadas estão o macaco-aranha (Ateles belzebuth), o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus) e a lontra.   (continua)

  •        Via Sustentabilidade Allianz

          No passado, a mudança climática era desencadeada por alterações na geração de energia do Sol, em mudanças na posição das placas continentais ou mesmo no eixo de rotação da própria Terra. As modificações foram extremamente lentas, dando tempo para adaptação de muitas plantas e animais. Mas agora estamos vivenciando uma mudança rápida e radical. Ela não é uma ocorrência natural, nem provocada por causas naturais. E as espécies não terão tempo de se adaptarem.   (continua)

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