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Pela oportunidade de ter tido sonhos, saúde, trabalho, amigos, de andar, de respirar, de fazer acontecer... Pela oportunidade dos enganos que aprimoraram escolhas, pela fé e pela certeza da força dos comportamentos, agradeço a este ano que findou. Que este ano traga novos desafios e realizações para todos nós. Feliz Ano Novo.
O último dia do ano não é o último dia do tempo. Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida. Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens e tantas celebrações de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral, que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor, os irreparáveis uivos do lobo, na solidão. O último dia do tempo não é o último dia de tudo. (continua)
“Somos, fluindo de forma em forma docilmente, movidos pela sede do ser atravessamos o tempo. O dia, a noite, a gruta e a catedral. Assim sem descanso as enchemos uma a uma, e nenhuma nos é o lar, a ventura, a tormenta. Ora caminhamos sempre, ora somos sempre o visitante, A nós não chama o campo, o arado, a nós não cresce o pão... (continua)
Emocionante esta mensagem de fim de ano da Rede Globo, de 1978. Muito bem feita, transmite a sensação de dever cumprido, esperanças renovadas, promessas e força. Houve muitos bons profissionais e belos trabalhos na emissora durante as décadas de 70, 80 e 90. E aí estão, graças ao Youtube. Confira o saudoso vídeo.
No meu tempo de criança, os pais eram pessoas esforçadas pelo sustento da família. Com ostentação ou sem, as pessoas eram mais preocupadas com o trabalho do que com ser feliz. Talvez por isso, já que filhos querem sempre fazer tudo diferente dos pais, agora todo mundo quer fazer o filho feliz... (continua)
As músicas de Djavan são conhecidas pelas suas "cores". Ele retrata muito bem em suas composições a riqueza das cores do dia-a-dia e se utiliza de seus elementos em construções metafóricas que nenhum outro compositor consegue nem mesmo ousar. As músicas são amplas, confortáveis chegando ao... (continua)
A distinção entre reforçadores naturais e arbitrários é problemática em Análise do Comportamento e não há conformidade nos uso desses conceitos dentre os analistas do comportamento. Goldiamond, Ferster, Kohlenberg, Tsai entre outros defendem o uso de reforçadores naturais em detrimento dos arbitrários no contexto aplicado pelos... (continua)
"Raimund Gregorius é um homem culto, professor de línguas clássicas. Um dia se levanta durante uma aula e sai da sala. Assustado com a súbita consciência do tempo que se esvai, deixa para trás sua rotina bem organizada e pega o trem noturno para Lisboa. Na bagagem, leva um livro do português... (continua)
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